21 de julho de 2024
Atacante colombiano marcou duas vezes na goleada sobre o Madureira por 4 a 1 Foto: André Durão/GloboEsporte.com
Atacante colombiano marcou duas vezes na goleada sobre o Madureira por 4 a 1
Foto: André Durão/GloboEsporte.com

Com apenas nove gols em 33 jogos com a camisa do Vasco, o atacante Riscos ainda busca espaço no coração da torcida cruzmaltina. Pelo menos no time titular do técnico Jorginho o colombiano já conseguiu sua vaga, muito graças às saídas dos atacantes Leandrão e Rafael Silva.
Vaiado pela torcida em quase todos os jogos que disputou em 2015, Riascos teve uma sensação diferente ao sair de campo após a vitória por 4 a 1, diante do Madureira, no domingo, em São Januário. Autor de dois gols, o colombiano foi ovacionado pelos torcedores e ganhou elogios do treinador.
“O Riascos foi muito bem, cumpriu uma função tática fundamental. Não foram só os gols. Ele conseguiu retomar algumas bolas, marcou os adversários. É isso. O atacante depende de gols. Fiquei feliz, tinha pedido essa cobrinha há muito tempo já (risos). Então, ele cumpriu a promessa”, disse Jorginho.
A cobrinha a qual o técnico se refere foi o gusanito – dança colombiana em que imita uma minhoca -, forma que o atacante comemorou um de seus gols. A dança havia sido um pedido de Jorginho, como forma de motivar o atleta e lhe transmitir confiança.
Apesar do bom desempenho, a diretoria do Vasco segue de olho no mercado e deseja contratar um atacante. Emprestado pelo Cruzeiro desde maio do ano passado, Riscos tem contrato com o Vasco até o fim do estadual. A renovação de empréstimo para a disputa da Série B do Campeonato Brasileiro ainda é incerta. “Ele pertence ao Cruzeiro, se for bem vai surgir interesse, mas ainda está cedo para qualquer definição. Conversamos com ele e dissemos que não iríamos desistir pela qualidade, pela força. Falei para ele ser mais fominha. Em alguns momentos, quer servir os companheiros quando tem que soltar o pé. Não podemos desistir das pessoas, elas têm valor”, afirmou Jorginho, tirando a pressão do camisa 9 com relação a chegada de um concorrente para a posição. “Se Nenê e Riascos continuarem como nos treinamentos, não precisamos trazer ninguém.”