{"id":109876,"date":"2019-10-25T12:38:40","date_gmt":"2019-10-25T15:38:40","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/?p=109876"},"modified":"2019-10-25T12:38:40","modified_gmt":"2019-10-25T15:38:40","slug":"ociosidade-na-industria-da-construcao-e-a-menor-dos-ultimos-cinco-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/ociosidade-na-industria-da-construcao-e-a-menor-dos-ultimos-cinco-anos\/","title":{"rendered":"Ociosidade na ind\u00fastria da constru\u00e7\u00e3o \u00e9 a menor dos \u00faltimos cinco anos"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<h3>Resultado aponta para sinais de recupera\u00e7\u00e3o na atividade e no emprego<\/h3>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-109877\" src=\"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/industria-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" \/><\/p>\n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade de opera\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria da constru\u00e7\u00e3o foi de 62% em setembro, o maior n\u00edvel desde dezembro de 2014, e o menor dos \u00faltimos cinco anos, aponta a\u00a0Sondagem Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o, divulgada hoje (25), pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI).<\/p>\n<p>O indicador de utiliza\u00e7\u00e3o cresceu 4 pontos percentuais em setembro frente a agosto e mant\u00e9m o cen\u00e1rio de melhora, que vem ocorrendo desde o in\u00edcio do ano. A CNI ressalta que os dados n\u00e3o sugerem acelera\u00e7\u00e3o na recupera\u00e7\u00e3o, mas apenas continuidade dos resultados alcan\u00e7ado at\u00e9 agora.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisa, o \u00edndice de evolu\u00e7\u00e3o da atividade ficou em 49,5 pontos em setembro, o maior n\u00edvel desde 2013. O indicador de evolu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de empregados ficou em 47,5 pontos no m\u00eas passado e est\u00e1 3,6 pontos acima da m\u00e9dia hist\u00f3rica e 2,4 pontos maior do que o registrado em setembro de 2018.<\/p>\n<p>A CNI observa que, mesmo abaixo da linha divis\u00f3ria dos 50 pontos, que indica queda ou crescimento, os dois \u00edndices superam as m\u00e9dias hist\u00f3ricas. Segundo a entidade, isso sugere que h\u00e1 sinais de recupera\u00e7\u00e3o na atividade e no emprego.<\/p>\n<h2>Perspectivas<\/h2>\n<p>Os empres\u00e1rios continuam com perspectivas positivas. Todos os indicadores de expectativas est\u00e3o acima dos 50 pontos, mostrando que os empres\u00e1rios esperam o aumento do n\u00edvel de atividade, dos novos empreendimentos e servi\u00e7os, da compra de mat\u00e9rias-primas e do emprego no setor nos pr\u00f3ximos seis meses.<\/p>\n<p>A confian\u00e7a no setor tamb\u00e9m se mant\u00e9m elevada, acima da linha divis\u00f3ria dos 50 pontos que separa a confian\u00e7a da falta de confian\u00e7a. O \u00edndice de confian\u00e7a do empres\u00e1rio industrial da constru\u00e7\u00e3o (Icei-Constru\u00e7\u00e3o) ficou em 58,8 pontos neste m\u00eas, 5,3 pontos acima da m\u00e9dia hist\u00f3rica.<\/p>\n<p>Mesmo assim, a disposi\u00e7\u00e3o para os investimentos segue baixa. Oscilando em torno de 35 pontos desde o in\u00edcio do ano, em outubro, o \u00edndice de inten\u00e7\u00e3o de investimento ficou em 36,2 pontos. Mesmo com a queda de 1 ponto em rela\u00e7\u00e3o a setembro, o indicador permanece 2,4 pontos acima da m\u00e9dia hist\u00f3rica. O \u00edndice varia de 0 a 100 pontos e quanto maior o valor, maior a disposi\u00e7\u00e3o para fazer investimentos.<\/p>\n<h2>Obst\u00e1culos<\/h2>\n<p>A elevada carga tribut\u00e1ria, a falta de demanda e o excesso de burocracia lideram a lista dos principais obst\u00e1culos enfrentados pela ind\u00fastria da constru\u00e7\u00e3o no terceiro trimestre deste ano. No ranking, a carga tribut\u00e1ria ficou em primeiro lugar, com 41,1% das respostas dos empres\u00e1rios. Em segundo, com 35,5% das men\u00e7\u00f5es, aparece a demanda interna insuficiente, e, em terceiro, com 30,5% das assinala\u00e7\u00f5es, os industriais citam o excesso de burocracia.<\/p>\n<p>O crescimento de 6,3 pontos percentuais no n\u00famero de men\u00e7\u00f5es ao excesso de burocracia despertou a aten\u00e7\u00e3o da CNI. O problema, que ocupava o quinto lugar na lista do segundo trimestre, subiu para o terceiro posto no ranking.<\/p>\n<h2>Condi\u00e7\u00e3o financeira<\/h2>\n<p>A sondagem informa ainda que as condi\u00e7\u00f5es financeiras das empresas tamb\u00e9m melhoram no terceiro trimestre, apesar de permanecerem abaixo da linha divis\u00f3ria de 50 pontos, sugerindo insatisfa\u00e7\u00e3o. O \u00edndice de satisfa\u00e7\u00e3o com a margem de lucro ficou em 36,8 pontos no terceiro trimestre e est\u00e1 0,7 ponto acima do registrado em igual per\u00edodo do ano passado. O \u00edndice de satisfa\u00e7\u00e3o com a situa\u00e7\u00e3o financeira subiu para 40,6 pontos. O \u00edndice de facilidade de acesso ao cr\u00e9dito subiu 1,7 ponto em rela\u00e7\u00e3o ao segundo trimestre e ficou em 35,2 pontos.<\/p>\n<h2>Sondagem<\/h2>\n<p>A edi\u00e7\u00e3o da Sondagem Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o foi feita entre 1\u00ba e 11 de outubro com 490 empresas. Dessas, 175 s\u00e3o pequenas, 203 s\u00e3o m\u00e9dias e 112 s\u00e3o de grande porte.<\/p>\n<div><\/div>\n<div class=\"saibaMais\">\n<h3><\/h3>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resultado aponta para sinais de recupera\u00e7\u00e3o na atividade e no emprego A utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade de opera\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria da constru\u00e7\u00e3o foi de 62% em setembro, o maior n\u00edvel desde dezembro de 2014, e o menor dos \u00faltimos cinco anos, aponta a\u00a0Sondagem Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o, divulgada hoje (25), pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI). 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