{"id":12237,"date":"2015-10-09T22:27:31","date_gmt":"2015-10-10T01:27:31","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/?p=12237"},"modified":"2015-10-09T22:27:31","modified_gmt":"2015-10-10T01:27:31","slug":"cb-250-twister-chega-para-elevar-vendas-da-honda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/cb-250-twister-chega-para-elevar-vendas-da-honda\/","title":{"rendered":"CB 250 Twister chega para elevar vendas da Honda"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<figure id=\"attachment_12235\" aria-describedby=\"caption-attachment-12235\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/151009-V32.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-12235\" src=\"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/151009-V32-300x199.jpg\" alt=\"Foto: M\u00e1rcio Maio\/Carta Z Not\u00edcias\" width=\"300\" height=\"199\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-12235\" class=\"wp-caption-text\">Foto: M\u00e1rcio Maio\/Carta Z Not\u00edcias<\/figcaption><\/figure>\n<p>Manaus\/AM\u00a0&#8211; No Brasil, apesar da forte crise no segmento de duas rodas, as fabricantes j\u00e1 perceberam o bom potencial das motos de m\u00e9dia cilindrada. A Honda, por exemplo, constatou que 10% do mercado nacional hoje \u00e9 dominado por modelos entre 250 cc e 500 cc. E ainda que 45% de todas as motos comercializadas s\u00e3o nakeds. Com isso, na hora de se adaptar \u00e0 segunda fase do Promot 4 \u2013 Programa de Controle da Polui\u00e7\u00e3o do Ar por Motociclos e Ve\u00edculos Similares \u2013, que passa a vigor no Brasil a partir de 2016, optou por descontinuar sua CB 300R e lan\u00e7ar a nova CB 250 Twister. E n\u00e3o se trata de um retorno da antiga Twister 250. Dela, a nova street da marca japonesa conserva apenas o nome e a cilindrada, j\u00e1 que o projeto \u00e9 novo \u2013 planejado especialmente para o Brasil e sua atual conjuntura econ\u00f4mica.<br \/>\nO motor de 249,5 cm\u00b3 \u00e9 um monocil\u00edndrico SOHC (Single Over Head Camshaft) 4 tempos, com arrefecimento a ar, inje\u00e7\u00e3o de combust\u00edvel PGM-Fi (Programmed Fuel Injection) e flex. A transmiss\u00e3o \u00e9 de seis velocidades e a pot\u00eancia chega a 22,4 cv quando o modelo \u00e9 abastecido com gasolina e 22,6 cv com etanol, ambos em 7.500 rpm. J\u00e1 o torque m\u00e1ximo se mant\u00e9m o mesmo com os dois combust\u00edveis, em 2,24 kgfm a 6 mil rpm. Com peso total de 137 kg na vers\u00e3o STD e 139 kg com ABS, a CB 250 Twister consegue rela\u00e7\u00e3o peso\/pot\u00eancia de 6,1 kg\/cv. O chassi, do tipo diamante, foi produzido em tubos de a\u00e7o com dupla trave. A suspens\u00e3o dianteira possui garfo telesc\u00f3pico, com curso de 130 mm, e a traseira \u00e9 do tipo monoamortecida, com amortecedor de mola dupla de 108 mm de curso. Segundo a Honda, o mecanismo garante seguran\u00e7a e mais leveza na absor\u00e7\u00e3o de impactos. J\u00e1 o tanque de combust\u00edvel comporta 16,5 litros.<br \/>\nVisualmente, as semi-carenagens laterais e rabeta esbo\u00e7am uma personalidade esportiva. Os defletores\u00a0 integrados remetem a modelos de maior porte e o guid\u00e3o tem posicionamento mais elevado, que de acordo com a Honda beneficia a ergonomia. A posi\u00e7\u00e3o de pilotagem \u00e9 favorecida ainda pelo assento com 78 cm de altura do solo. J\u00e1 o painel de instrumentos \u00e9 blackout e totalmente digital. Ali ficam indicadores como tac\u00f4metro, veloc\u00edmetro, hod\u00f4metro total e parcial, rel\u00f3gio marcador de n\u00edvel de combust\u00edvel e luzes de inje\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica. Farol e lanterna traseira est\u00e3o equipados com l\u00e2mpadas em leds, que exigem menos do sistema el\u00e9trico. A esportividade ainda \u00e9 acentuada pelo escape levemente inclinado e pelas novas rodas de liga leve, que acompanham pneus radiais sem c\u00e2mara Pirelli Diablo Rosso, exclusivos do modelo, cujas medidas s\u00e3o 110\/70R-17 na dianteira e 140\/70R-17 na traseira. J\u00e1 os freios s\u00e3o a disco de 276 mm na dianteira e 220 mm na traseira, com vers\u00e3o dispon\u00edvel com sistema ABS.<br \/>\nA inten\u00e7\u00e3o da marca era substituir a CB 300R com um produto que entregasse desempenho praticamente igual, mas pre\u00e7o que n\u00e3o se distanciasse muito da antecessora, que come\u00e7a em R$ 12.736 e chega a R$ 14.518 com ABS. A Twister chega por R$ 13.050 na vers\u00e3o standard e R$ 14.550 no modelo com ABS. E um dos principais atrativos do lan\u00e7amento \u00e9 o prazo de tr\u00eas anos de garantia, com troca de \u00f3leo gr\u00e1tis em sete revis\u00f5es. Com esses atributos, a expectativa \u00e9 conseguir emplacar 40 mil unidades por ano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>por M\u00e1rcio Maio<\/em><br \/>\n<em>Auto Press<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Manaus\/AM\u00a0&#8211; No Brasil, apesar da forte crise no segmento de duas rodas, as fabricantes j\u00e1 perceberam o bom potencial das motos de m\u00e9dia cilindrada. A Honda, por exemplo, constatou que 10% do mercado nacional hoje \u00e9 dominado por modelos entre 250 cc e 500 cc. E ainda que 45% de todas as motos comercializadas s\u00e3o nakeds. Com isso, na hora de se adaptar \u00e0 segunda fase do Promot 4 \u2013 Programa de Controle da Polui\u00e7\u00e3o do Ar por Motociclos e Ve\u00edculos Similares \u2013, que passa a vigor no Brasil a partir de 2016, optou por descontinuar sua CB 300R e lan\u00e7ar a nova CB 250 Twister. E n\u00e3o se trata de um retorno da antiga Twister 250. Dela, a nova street da marca japonesa conserva apenas o nome e a cilindrada, j\u00e1 que o projeto \u00e9 novo \u2013 planejado especialmente para o Brasil e sua atual conjuntura econ\u00f4mica. O motor de 249,5 cm\u00b3 \u00e9 um monocil\u00edndrico SOHC (Single Over Head Camshaft) 4 tempos, com arrefecimento a ar, inje\u00e7\u00e3o de combust\u00edvel PGM-Fi (Programmed Fuel Injection) e flex. A transmiss\u00e3o \u00e9 de seis velocidades e a pot\u00eancia chega a 22,4 cv quando o modelo \u00e9 abastecido com gasolina e 22,6 cv com etanol, ambos em 7.500 rpm. J\u00e1 o torque m\u00e1ximo se mant\u00e9m o mesmo com os dois combust\u00edveis, em 2,24 kgfm a 6 mil rpm. Com peso total de 137 kg na vers\u00e3o STD e 139 kg com ABS, a CB 250 Twister consegue rela\u00e7\u00e3o peso\/pot\u00eancia de 6,1 kg\/cv. O chassi, do tipo diamante, foi produzido em tubos de a\u00e7o com dupla trave. A suspens\u00e3o dianteira possui garfo telesc\u00f3pico, com curso de 130 mm, e a traseira \u00e9 do tipo monoamortecida, com amortecedor de mola dupla de 108 mm de curso. Segundo a Honda, o mecanismo garante seguran\u00e7a e mais leveza na absor\u00e7\u00e3o de impactos. J\u00e1 o tanque de combust\u00edvel comporta 16,5 litros. Visualmente, as semi-carenagens laterais e rabeta esbo\u00e7am uma personalidade esportiva. Os defletores\u00a0 integrados remetem a modelos de maior porte e o guid\u00e3o tem posicionamento mais elevado, que de acordo com a Honda beneficia a ergonomia. A posi\u00e7\u00e3o de pilotagem \u00e9 favorecida ainda pelo assento com 78 cm de altura do solo. J\u00e1 o painel de instrumentos \u00e9 blackout e totalmente digital. Ali ficam indicadores como tac\u00f4metro, veloc\u00edmetro, hod\u00f4metro total e parcial, rel\u00f3gio marcador de n\u00edvel de combust\u00edvel e luzes de inje\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica. 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