{"id":129675,"date":"2021-11-18T20:42:55","date_gmt":"2021-11-18T22:42:55","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/?p=129675"},"modified":"2021-11-18T20:44:17","modified_gmt":"2021-11-18T22:44:17","slug":"incidencia-de-srag-se-mantem-estavel-aponta-fiocruz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/incidencia-de-srag-se-mantem-estavel-aponta-fiocruz\/","title":{"rendered":"Incid\u00eancia de SRAG se mant\u00e9m est\u00e1vel, aponta Fiocruz"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<p>A incid\u00eancia de casos de S\u00edndrome Respirat\u00f3ria Aguda Grave (SRAG) na popula\u00e7\u00e3o brasileira se manteve est\u00e1vel, segundo pesquisa divulgada hoje (18) pela Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (Fiocruz). A SRAG \u00e9 um dos principais par\u00e2metros para acompanhar a pandemia da covid-19, j\u00e1 que o v\u00edrus SARS-CoV-2 foi o principal causador das s\u00edndromes respirat\u00f3rias graves virais ao longo de 2020 e 2021.\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1428195&amp;o=node\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1428195&amp;o=node\" \/><\/p>\n<p>Segundo a an\u00e1lise, divulgada no Boletim InfoGripe, a incid\u00eancia de SRAG na popula\u00e7\u00e3o adulta se mant\u00e9m nos menores patamares desde o in\u00edcio da pandemia, enquanto as crian\u00e7as at\u00e9 9 anos de idade continuam a apresentar crescimento no n\u00famero de diagn\u00f3sticos. A alta da SRAG entre as crian\u00e7as, por\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 causada pelo SARS-CoV-2, e predomina nessa faixa et\u00e1ria a infec\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus sincicial respirat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Os pesquisadores explicam que esse aumento da SRAG causada por outros v\u00edrus est\u00e1 relacionado \u00e0 maior exposi\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as nos \u00faltimos meses. De acordo com o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe, \u201ca situa\u00e7\u00e3o refor\u00e7a a import\u00e2ncia da revis\u00e3o dos protocolos adotados no ambiente escolar, como avalia\u00e7\u00e3o da capacidade de ventila\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o de ar nas salas de aula, bem como distribui\u00e7\u00e3o e uso consciente de m\u00e1scaras adequadas (PFF2)\u201d.<\/p>\n<p>O boletim mostra que a maioria das capitais est\u00e1 em macrorregi\u00f5es de sa\u00fade com n\u00edvel alto ou muito alto de transmiss\u00e3o comunit\u00e1ria do SARS-CoV-2. A transmiss\u00e3o comunit\u00e1ria se refere \u00e0 circula\u00e7\u00e3o do v\u00edrus em uma popula\u00e7\u00e3o sem a necessidade de cont\u00e1gio de outras regi\u00f5es. Nenhuma das 118 macrorregi\u00f5es de sa\u00fade do Brasil apresentou transmiss\u00e3o comunit\u00e1ria extremamente alta.<\/p>\n<p>Segundo a an\u00e1lise, dez unidades federativas est\u00e3o com sinal de queda na tend\u00eancia de longo prazo (\u00faltimas seis semanas) para a s\u00edndrome respirat\u00f3ria: Alagoas, Distrito Federal, Esp\u00edrito Santo, Goi\u00e1s, Mato Grosso do Sul, Para\u00edba, Piau\u00ed, Paran\u00e1, Rio de Janeiro e Sergipe.<\/p>\n<p>J\u00e1 na tend\u00eancia de curto prazo (\u00faltimas tr\u00eas semanas), Rio de Janeiro e Santa Catarina apresentam aumento puxado pelo crescimento da SRAG na popula\u00e7\u00e3o infantil, press\u00e3o que tamb\u00e9m ocorre em S\u00e3o Paulo e Distrito Federal. Em Minas Gerais e no Tocantins, o crescimento da SRAG entre as crian\u00e7as j\u00e1 se reflete em um aumento de tend\u00eancia de longo prazo.<\/p>\n<p>O boletim informa que o estado do Rio Grande do Norte \u00e9 a \u00fanica exce\u00e7\u00e3o, com sinal de crescimento ao longo do m\u00eas de outubro nos grupos com idades entre 50 anos e 79 anos de idade e entre 20 anos e 29 anos de idade. Os pesquisadores indicam que a capital, Natal, tamb\u00e9m requer aten\u00e7\u00e3o, apesar de ter crescimento lento na tend\u00eancia.<\/p>\n<h4 class=\"col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-1100 alt-font font-italic my-2 small text-info text-center\">Vin\u00edcius Lisboa &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil &#8211; Rio de Janeiro<\/h4>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A incid\u00eancia de casos de S\u00edndrome Respirat\u00f3ria Aguda Grave (SRAG) na popula\u00e7\u00e3o brasileira se manteve est\u00e1vel, segundo pesquisa divulgada hoje (18) pela Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (Fiocruz). A SRAG \u00e9 um dos principais par\u00e2metros para acompanhar a pandemia da covid-19, j\u00e1 que o v\u00edrus SARS-CoV-2 foi o principal causador das s\u00edndromes respirat\u00f3rias graves virais ao longo de 2020 e 2021.\u00a0 Segundo a an\u00e1lise, divulgada no Boletim InfoGripe, a incid\u00eancia de SRAG na popula\u00e7\u00e3o adulta se mant\u00e9m nos menores patamares desde o in\u00edcio da pandemia, enquanto as crian\u00e7as at\u00e9 9 anos de idade continuam a apresentar crescimento no n\u00famero de diagn\u00f3sticos. A alta da SRAG entre as crian\u00e7as, por\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 causada pelo SARS-CoV-2, e predomina nessa faixa et\u00e1ria a infec\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus sincicial respirat\u00f3rio. Os pesquisadores explicam que esse aumento da SRAG causada por outros v\u00edrus est\u00e1 relacionado \u00e0 maior exposi\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as nos \u00faltimos meses. De acordo com o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe, \u201ca situa\u00e7\u00e3o refor\u00e7a a import\u00e2ncia da revis\u00e3o dos protocolos adotados no ambiente escolar, como avalia\u00e7\u00e3o da capacidade de ventila\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o de ar nas salas de aula, bem como distribui\u00e7\u00e3o e uso consciente de m\u00e1scaras adequadas (PFF2)\u201d. O boletim mostra que a maioria das capitais est\u00e1 em macrorregi\u00f5es de sa\u00fade com n\u00edvel alto ou muito alto de transmiss\u00e3o comunit\u00e1ria do SARS-CoV-2. A transmiss\u00e3o comunit\u00e1ria se refere \u00e0 circula\u00e7\u00e3o do v\u00edrus em uma popula\u00e7\u00e3o sem a necessidade de cont\u00e1gio de outras regi\u00f5es. Nenhuma das 118 macrorregi\u00f5es de sa\u00fade do Brasil apresentou transmiss\u00e3o comunit\u00e1ria extremamente alta. Segundo a an\u00e1lise, dez unidades federativas est\u00e3o com sinal de queda na tend\u00eancia de longo prazo (\u00faltimas seis semanas) para a s\u00edndrome respirat\u00f3ria: Alagoas, Distrito Federal, Esp\u00edrito Santo, Goi\u00e1s, Mato Grosso do Sul, Para\u00edba, Piau\u00ed, Paran\u00e1, Rio de Janeiro e Sergipe. J\u00e1 na tend\u00eancia de curto prazo (\u00faltimas tr\u00eas semanas), Rio de Janeiro e Santa Catarina apresentam aumento puxado pelo crescimento da SRAG na popula\u00e7\u00e3o infantil, press\u00e3o que tamb\u00e9m ocorre em S\u00e3o Paulo e Distrito Federal. Em Minas Gerais e no Tocantins, o crescimento da SRAG entre as crian\u00e7as j\u00e1 se reflete em um aumento de tend\u00eancia de longo prazo. O boletim informa que o estado do Rio Grande do Norte \u00e9 a \u00fanica exce\u00e7\u00e3o, com sinal de crescimento ao longo do m\u00eas de outubro nos grupos com idades entre 50 anos e 79 anos de idade e entre 20 anos e 29 anos de idade. 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