{"id":167977,"date":"2024-02-21T08:51:19","date_gmt":"2024-02-21T11:51:19","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/?p=167977"},"modified":"2024-02-21T08:52:28","modified_gmt":"2024-02-21T11:52:28","slug":"empresa-responsavel-por-obras-em-predio-que-desabou-no-rio-e-condenada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/empresa-responsavel-por-obras-em-predio-que-desabou-no-rio-e-condenada\/","title":{"rendered":"Empresa respons\u00e1vel por obras em pr\u00e9dio que desabou no Rio \u00e9 condenada"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n\n<p>Decis\u00e3o inclui repara\u00e7\u00e3o a familiares das v\u00edtimas &#8211; A Justi\u00e7a do Rio de Janeiro condenou a empresa respons\u00e1vel pelas obras que teriam provocado o desabamento do edif\u00edcio Liberdade e de mais\u00a0dois pr\u00e9dios\u00a0no centro da capital fluminense, em janeiro de 2012. O incidente deixou 22 mortos. A informa\u00e7\u00e3o foi divulgada pela Defensoria P\u00fablica do estado (DPRJ).<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1581935&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1581935&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o judicial atendeu a um pedido da DPRJ, que buscou reverter senten\u00e7a de 2021 que absolveu totalmente a empresa Tecnologia Organizacional (TO Brasil), que fazia as obras no Liberdade quando o pr\u00e9dio desabou.<\/p>\n\n\n\n<p>O desabamento&nbsp;provocou tamb\u00e9m o colapso de dois edif\u00edcios vizinhos, o Colombo e o Treze de Maio.<\/p>\n\n\n\n<p>Na decis\u00e3o desta ter\u00e7a-feira (20), a Justi\u00e7a determinou que a empresa repare os familiares das v\u00edtimas, com pagamento por danos morais, materiais e pens\u00e3o&nbsp;mensal para aqueles que eram dependentes financeiramente dos&nbsp;que morreram no desabamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2021, a Justi\u00e7a havia condenado parcialmente o munic\u00edpio do Rio. Agora, a Defensoria P\u00fablica entrar\u00e1 com recurso para aumentar a responsabilidade das autoridades municipais&nbsp;que, de acordo com a DPRJ, deveriam ter fiscalizado as obras.<\/p>\n\n\n\n<p>Edi\u00e7\u00e3o: Gra\u00e7a Adjuto &#8211; Ag\u00eancia Brasil &#8211; <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Decis\u00e3o inclui repara\u00e7\u00e3o a familiares das v\u00edtimas &#8211; A Justi\u00e7a do Rio de Janeiro condenou a empresa respons\u00e1vel pelas obras que teriam provocado o desabamento do edif\u00edcio Liberdade e de mais\u00a0dois pr\u00e9dios\u00a0no centro da capital fluminense, em janeiro de 2012. O incidente deixou 22 mortos. A informa\u00e7\u00e3o foi divulgada pela Defensoria P\u00fablica do estado (DPRJ). A decis\u00e3o judicial atendeu a um pedido da DPRJ, que buscou reverter senten\u00e7a de 2021 que absolveu totalmente a empresa Tecnologia Organizacional (TO Brasil), que fazia as obras no Liberdade quando o pr\u00e9dio desabou. O desabamento&nbsp;provocou tamb\u00e9m o colapso de dois edif\u00edcios vizinhos, o Colombo e o Treze de Maio. Na decis\u00e3o desta ter\u00e7a-feira (20), a Justi\u00e7a determinou que a empresa repare os familiares das v\u00edtimas, com pagamento por danos morais, materiais e pens\u00e3o&nbsp;mensal para aqueles que eram dependentes financeiramente dos&nbsp;que morreram no desabamento. Em 2021, a Justi\u00e7a havia condenado parcialmente o munic\u00edpio do Rio. Agora, a Defensoria P\u00fablica entrar\u00e1 com recurso para aumentar a responsabilidade das autoridades municipais&nbsp;que, de acordo com a DPRJ, deveriam ter fiscalizado as obras. 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