{"id":181727,"date":"2024-10-15T09:13:09","date_gmt":"2024-10-15T12:13:09","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/?p=181727"},"modified":"2024-10-15T09:26:33","modified_gmt":"2024-10-15T12:26:33","slug":"renault-4-e-tech-e-o-veiculo-eletrico-mais-versatil-do-segmento-b-na-europa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/renault-4-e-tech-e-o-veiculo-eletrico-mais-versatil-do-segmento-b-na-europa\/","title":{"rendered":"Renault 4 E-Tech \u00e9 o ve\u00edculo el\u00e9trico mais vers\u00e1til do segmento B na Europa"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n\n<p>Era o ano de 1956, quando a Renault estava em plena efervesc\u00eancia. Na \u00e9poca, o CEO Pierre Dreyfus tinha recentemente proferido sua mais c\u00e9lebre frase: \u201cEu quero alguma coisa com volume!\u201d. Ele n\u00e3o estava falando do Estafette, um projeto que j\u00e1 estava em andamento e seria comercializado tr\u00eas anos mais tarde, mas sim de outro carro totalmente diferente, o futuro Renault 4, ou 4L, como os entusiastas costumam carinhosamente se referir a ele. Vale lembrar que, naquela \u00e9poca, a ind\u00fastria automotiva era bem conservadora, com uma filosofia quase \u00fanica: carroceria tr\u00eas volumes e motor traseiro. Mas Pierre Dreyfus queria algo completamente diferente. Era preciso estar alinhado com as tend\u00eancias da sociedade. O carro do amanh\u00e3 teria que ser vers\u00e1til, um s\u00edmbolo de liberdade. Ele tamb\u00e9m tinha que servir tanto para um uso na cidade como no campo, durante a semana e nos fins de semana, a trabalho e nas viagens de f\u00e9rias, pelos homens e as mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p>Miss\u00e3o cumprida! O Renault 4 se mant\u00e9m na mem\u00f3ria coletiva como um carro feito para m\u00faltiplos usos, sendo ao mesmo tempo pr\u00e1tico e simples. Al\u00e9m de ter sido um carro para pessoas comuns, tanto da cidade como dos agricultores, dos correios e da pol\u00edcia francesa, ele tamb\u00e9m participou de competi\u00e7\u00f5es do automobilismo esportivo, como o <em>rally raid<\/em>. Para Pierre Dreyfus, o Renault 4 era como uma cal\u00e7a jeans: robusto, \u00fatil e descolado. E, assim como a pe\u00e7a de vestu\u00e1rio, ele atraiu diferentes gera\u00e7\u00f5es de f\u00e3s, independentemente do g\u00eanero ou classe social.<\/p>\n\n\n\n<p>O Renault 4 desfruta de uma verdadeira hist\u00f3ria de sucesso, tanto na Fran\u00e7a como em outras partes do mundo, a ponto de atingir patamares de vendas incr\u00edveis em sua carreira. Em trinta anos, foram vendidas mais de 8 milh\u00f5es de unidades em cinco continentes, em mais de 100 pa\u00edses. Estes n\u00fameros fazem dele o modelo Renault mais vendido em todo o mundo. Ele foi produzido na Europa (B\u00e9lgica, Espanha, etc.), na Am\u00e9rica do Sul (Argentina, Col\u00f4mbia, Peru, etc.), na \u00c1frica (Arg\u00e9lia, Marrocos, \u00c1frica do Sul, etc.) e na Oceania, onde ainda \u00e9 o quarto ve\u00edculo mais vendido de todos os tempos. N\u00e3o \u00e9 de se surpreender que ele tenha se tornado um \u00edcone cultural internacional. Mas esse sucesso n\u00e3o intimida o Renault 4 E-Tech el\u00e9trico.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o Renault 4 E-Tech el\u00e9trico, a Renault confirma mais uma vez seu desejo de acelerar a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica na Europa, democratizando o ve\u00edculo el\u00e9trico. A marca oferece uma gama de modelos 100% el\u00e9tricos, que atendem todas as necessidades e usos. O Renault 4 E-Tech el\u00e9trico se insere perfeitamente no segmento B, logo acima do Renault 5 E-Tech el\u00e9trico. Ligeiramente maior e mais \u201cvolumoso\u201d do que este \u00faltimo, ele se posiciona da mesma forma que o Captur em rela\u00e7\u00e3o ao Clio. Enquanto que o Renault 5 E-Tech el\u00e9trico foi feito para uma clientela urbana, o Renault 4 E-Tech el\u00e9trico almeja um p\u00fablico mais amplo, para converter at\u00e9 mesmo as jovens fam\u00edlias \u00e0 mobilidade el\u00e9trica.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma palavra poderia resumir com propriedade o Renault 4 original \u2013 a versatilidade. Trinta anos ap\u00f3s o t\u00e9rmino de sua carreira, esta mesma palavra n\u00e3o poderia ser mais apropriada. \u00c9 por isso que o Renault 4 E-Tech el\u00e9trico \u2013 um carro nascido do plano estrat\u00e9gico Renaulution \u2013 est\u00e1 entrando para a gama de modelos el\u00e9tricos da Renault como o carro para todas as necessidades. Com uma ambi\u00e7\u00e3o claramente traduzida pela filosofia que norteou o projeto: satisfazer o maior n\u00famero de possibilidades de uso pelos clientes.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele foi pensado para os trajetos di\u00e1rios, passeios de fim de semana e o lazer. Ele foi idealizado tanto para ser usado sozinho como em fam\u00edlia, com um porta-malas que atende at\u00e9 os usos mais intensos. Fica evidente que este \u00e9 o legado que ele herda do R4. Assim como seu irm\u00e3o mais velho fez na \u00e9poca, o Renault 4 E-Tech el\u00e9trico escolheu ir ainda mais al\u00e9m e atingiu um novo patamar, permitindo que todos tenham acesso \u00e0 mobilidade el\u00e9trica. Como tem a ambi\u00e7\u00e3o de ser a \u201ccal\u00e7a jeans\u201d do s\u00e9culo XXI, ele pode tudo e est\u00e1 pronto para as cidades, o campo, montanhas e estradas.<\/p>\n\n\n\n<p>Comprovando toda sua versatilidade, o Renault 4 E-Tech el\u00e9trico oferece atributos in\u00e9ditos no segmento em termos de modularidade e volume do porta-malas, com 420 litros \u201cc\u00fabicos\u201d, altura de carga bastante baixa, porta-objetos espertos, banco traseiro rebat\u00edvel e, pela primeira vez em um ve\u00edculo el\u00e9trico Renault, a op\u00e7\u00e3o de transformar o banco do passageiro em mesinha. Tudo o que voc\u00ea precisar, n\u00e3o importa qual uso ser\u00e1 feito dele.<\/p>\n\n\n\n<p>E seja qual for o trajeto escolhido, tanto caminhos asfaltados como acidentados, ele sempre oferece conforto gra\u00e7as \u00e0 altura mais elevada em rela\u00e7\u00e3o ao solo e o sistema <em>Extended Grip<\/em> de controle da tra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Todos estes atributos e ainda o espa\u00e7o interno recorde, o centro de gravidade mais baixo, a ader\u00eancia ao solo, fun\u00e7\u00e3o \u201cOne Pedal\u201d e autonomia de at\u00e9 400 km\/h foram poss\u00edveis gra\u00e7as \u00e0 plataforma dedicada AmpR Small, \u00fanica na Europa \u2013 a mesma do Renault 5 E-tech el\u00e9trico \u2013, que permitiu v\u00e1rias economias de escala sem abrir m\u00e3o de nada em benef\u00edcio do cliente. \u00c9 por isso que o Renault 4 E-Tech el\u00e9trico \u00e9 o compacto feito para manter a paz de esp\u00edrito tanto nos engarrafamentos como para cobrir grandes dist\u00e2ncias.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cCom o Renault 4 E-Tech el\u00e9trico, a Renault est\u00e1 superando uma nova etapa na democratiza\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos el\u00e9tricos na Europa. Este modelo chega para complementar uma gama bem variada, com os modelos M\u00e9gane, Sc\u00e9nic e o nov\u00edssimo Renault 5 E-Tech el\u00e9trico. Mas ainda faltava um carro ao mesmo compacto e com grande volume. E ele chegou como um modelo vers\u00e1til, pr\u00e1tico, modular e equipado com um grande porta-malas, que ainda por cima \u00e9 muito f\u00e1cil de carregar e descarregar. Um carro capaz de atender a in\u00fameras possibilidades de uso no dia a dia. Um carro el\u00e9trico feito para ser o queridinho de sua \u00e9poca, com v\u00e1rias tecnologias \u00fateis e de conforto\u201d. Fabrice Cambolive, CEO da marca Renault<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Era o ano de 1956, quando a Renault estava em plena efervesc\u00eancia. Na \u00e9poca, o CEO Pierre Dreyfus tinha recentemente proferido sua mais c\u00e9lebre frase: \u201cEu quero alguma coisa com volume!\u201d. 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