{"id":185505,"date":"2024-11-30T10:44:18","date_gmt":"2024-11-30T13:44:18","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/?p=185505"},"modified":"2024-11-30T10:44:20","modified_gmt":"2024-11-30T13:44:20","slug":"reflorestamento-em-areas-privadas-ajuda-a-preservar-mata-atlantica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/reflorestamento-em-areas-privadas-ajuda-a-preservar-mata-atlantica\/","title":{"rendered":"Reflorestamento em \u00e1reas privadas ajuda a preservar Mata Atl\u00e2ntica"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n\n<p><strong><em>Cerca de 70% da popula\u00e7\u00e3o brasileira vive em \u00e1reas de Mata Atl\u00e2ntica<\/em><\/strong>  &#8211;   Em 2020, o s\u00edtio de M\u00e1rio Honorio Teixeira Filho em Cachoeiras de Macacu, Rio de Janeiro, ficou sem \u00e1gua. A propriedade j\u00e1 havia sido usada para planta\u00e7\u00e3o de mandioca e inhame. Quando adquiriu as terras, Hon\u00f3rio quis realizar o sonho de criar gado, transformando o local em pasto. Localizada em uma \u00e1rea originalmente de Mata Atl\u00e2ntica, sem a vegeta\u00e7\u00e3o nativa, e com cada vez menos \u00e1rvores, a fonte n\u00e3o resistiu e secou.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1621936&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1621936&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>Esse foi o alerta necess\u00e1rio para que Hon\u00f3rio cedesse \u00e0 press\u00e3o do filho, M\u00e1rio Bruno Teixeira, de reflorestar ao menos parte do terreno. Em menos de um ano, com a nova vegeta\u00e7\u00e3o, a \u00e1gua voltou.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cA gente n\u00e3o est\u00e1 plantando \u00e1rvore. A gente est\u00e1 plantando \u00e1gua, na verdade. \u00c9 disso que a gente precisa\u201d, diz Leonardo de Mattos, que mora no s\u00edtio. Leonardo e Bruno produzem juntos, na propriedade, a Pi Kombucha Tropical, bebida fermentada feita a partir de ch\u00e1, vendida na cidade do Rio de Janeiro e em S\u00e3o Paulo. \u201cEsses dias avistamos um tamandu\u00e1. Nunca imaginamos que fossemos ver um animal desses por aqui\u201d, conta.&nbsp;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/g_OBg34H-2J5zthXeNif6phHF9k=\/463x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2024\/11\/29\/_d6a4040.jpg?itok=XYS5P_XZ\" alt=\"Cachoeiras de Macacu (RJ) 26\/11\/2024 \u2013 Leonardo de Mattos, produtor da bebiba Pi Kombucha Tropical, que \u00e9 beneficiado pelo reflorestamento do Projeto Guapia\u00e7u, restaurador da Mata Atl\u00e2ntica em terras antes degradadas, contribuindo para a manuten\u00e7\u00e3o dos recursos h\u00eddricos. Foto: Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\" title=\"Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Cachoeiras de Macacu (RJ) 26\/11\/2024 \u2013 Leonardo de Mattos, produtor da bebiba Pi Kombucha Tropical, que \u00e9 beneficiado pelo reflorestamento do Projeto Guapia\u00e7u, restaurador da Mata Atl\u00e2ntica em terras antes degradadas, contribuindo para a manuten\u00e7\u00e3o dos recursos h\u00eddricos. Foto: Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil &#8211;&nbsp;<strong>Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s a morte do pai, o s\u00edtio passou a ser administrado por Bruno, que expandiu a \u00e1rea de reflorestamento. Com 1 hectare, o equivalente a um campo de futebol oficial, em um ano, a \u00e1gua j\u00e1 voltou a brotar do solo. Agora, o reflorestamento est\u00e1 chegando a mais 3,8 hectares. \u201cO ar est\u00e1 mais puro, os animais est\u00e3o voltando, a gente est\u00e1 vendo muito p\u00e1ssaro voltando, o que a gente n\u00e3o tinha dez anos atr\u00e1s. \u00c9 uma alegria muito grande\u201d, diz Leonardo.<\/p>\n\n\n\n<p>O reflorestamento do s\u00edtio foi feito como parte do projeto Guapia\u00e7u, realizado pelo A\u00e7\u00e3o Socioambiental (Asa) em parceria da Petrobras. O desafio do projeto \u00e9 reflorestar propriedades privadas, como a de Bruno, mostrando aos produtores e propriet\u00e1rios que ter uma \u00e1rea de floresta, melhora tanto a qualidade da produ\u00e7\u00e3o quanto a qualidade de vida local e de todo o entorno.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Propriedades privadas e a Mata Atl\u00e2ntica<\/h2>\n\n\n\n<p>A Mata Atl\u00e2ntica \u00e9 o bioma brasileiro com&nbsp;<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/geral\/noticia\/2023-05\/mata-atlantica-tem-maior-numero-de-especies-ameacadas-diz-pesquisa\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">maior n\u00famero de esp\u00e9cies de plantas e animais amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o<\/a>&nbsp;no pa\u00eds.&nbsp;O bioma est\u00e1 distribu\u00eddo em 17 estados (Alagoas, Bahia, Cear\u00e1, Esp\u00edrito Santo, Goi\u00e1s, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Para\u00edba, Paran\u00e1, Pernambuco, Piau\u00ed, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, S\u00e3o Paulo e Sergipe).<\/p>\n\n\n\n<p>Cerca de 70% da popula\u00e7\u00e3o brasileira vive em \u00e1reas de Mata Atl\u00e2ntica. Mas, isso pode passar desapercebido porque segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 71,6% foi desmatada. Segundo a Funda\u00e7\u00e3o SOS Mata Atl\u00e2ntica, quase 80% das \u00e1reas remanescentes do bioma est\u00e3o em propriedades privadas.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cO nosso trabalho de mobiliza\u00e7\u00e3o de \u00e1reas \u00e9 feito com dos propriet\u00e1rios da regi\u00e3o. N\u00f3s visitamos, insistimos, conversamos. Temos muito tempo de cadeira, tomando cafezinho com os propriet\u00e1rios\u201d, diz a presidente do A\u00e7\u00e3o Socioambiental e Coordenadora executiva do Projeto Guapia\u00e7u, Gabriela Viana.&nbsp;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Segundo Viana, os benef\u00edcios s\u00e3o muitos. \u201cA gente t\u00e1 aqui, na sombra, ali do lado tem sol, ningu\u00e9m quer ficar no sol. A gente est\u00e1 usufruindo dessa sombra porque \u00e9 um servi\u00e7o do ecossistema. \u00c9 o primeiro que a gente sente. Quando a gente entra na floresta, fora a quantidade e a qualidade da \u00e1gua e a biodiversidade. \u00c9 um valor que nem todo mundo percebe ou consegue tangibilizar o que a gente tem de biodiversidade principalmente na Mata Atl\u00e2ntica\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/-xBYb8Ige6Var3WffN1AFb-2Nhc=\/463x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2024\/11\/29\/_d6a3389.jpg?itok=ZCc1CpND\" alt=\"Cachoeiras de Macacu (RJ) 25\/11\/2024 \u2013 A presidente da A\u00e7\u00e3o Socioambiental (ASA), Gabriela Viana, fala sobre o Projeto Guapia\u00e7u, que trabalha reflorestamento de \u00e1reas degradadas para restaura\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica, monitoramento de esp\u00e9cies e educa\u00e7\u00e3o ambiental. Foto: Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\" title=\"Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Cachoeiras de Macacu (RJ) 25\/11\/2024 \u2013 A presidente da A\u00e7\u00e3o Socioambiental (ASA), Gabriela Viana, fala sobre o Projeto Guapia\u00e7u, que trabalha reflorestamento de \u00e1reas degradadas para restaura\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica, monitoramento de esp\u00e9cies e educa\u00e7\u00e3o ambiental. Foto: Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil &#8211;&nbsp;<strong>Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Viana, nos \u00faltimos seis anos, o projeto visitou mais de um mil propriedades em Cachoeiras de Macacu, onde atua. A equipe foi recebida em apenas 200 delas e 16 de fato aceitaram a parceria. Ao todo, at\u00e9 o momento, foram plantadas mais de 500 mil mudas em 300 hectares.<\/p>\n\n\n\n<p>Os propriet\u00e1rios cedem o terreno e o projeto se encarrega de todo o plantio, selecionando esp\u00e9cies nativas da Mata Atl\u00e2ntica \u2013 atendendo tamb\u00e9m aos pedidos dos produtores, caso desejem alguma esp\u00e9cie espec\u00edfica, desde que estejam na lista da flora local. Tamb\u00e9m realiza a manuten\u00e7\u00e3o, cuidando para que as \u00e1rvores consigam se estabelecer, e a floresta seja capaz de se manter por conta pr\u00f3pria. O custo \u00e9 R$ 60 mil a R$ 90 mil por hectare, que ficam a cargo do projeto Guapia\u00e7u.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Corredores de floresta<\/h2>\n\n\n\n<p>As a\u00e7\u00f5es em Cachoeiras de Macacu t\u00eam uma especificidade, l\u00e1 est\u00e1 o Parque Estadual dos Tr\u00eas Picos, o maior parque estadual e tamb\u00e9m local de preserva\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica \u2013 que se estende tamb\u00e9m por Nova Friburgo, Teres\u00f3polis, Guapimirim e Silva Jardim. \u00c9 na por\u00e7\u00e3o de Cachoeiras de Macacu que est\u00e3o dois ter\u00e7os das florestas e 60% das \u00e1guas do parque.<\/p>\n\n\n\n<p>O munic\u00edpio \u00e9 conhecido pelo potencial h\u00eddrico. Pr\u00f3ximo dali, na Serra dos \u00d3rg\u00e3os, a cerca de 1,7 mil metros de altitude, nasce o rio Macacu, que \u00e9 o principal rio que desagua na Ba\u00eda de Guanabara, no estado do Rio de Janeiro. A bacia hidrogr\u00e1fica do rio Guapi-Macacu \u2013 formada pela uni\u00e3o do rio Macacu com o rio Guapimirim &#8211; \u00e9 respons\u00e1vel pelo abastecimento de \u00e1gua de cerca de 2 milh\u00f5es de pessoas nos mun\u00edcipios de Cachoeiras de Macacu, Guapimirim, Itabora\u00ed, S\u00e3o Gon\u00e7alo e Niter\u00f3i.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o Projeto Guapia\u00e7u, reflorestar propriedades que est\u00e3o \u00e0s margens do parque, como a de Bruno, aumenta a \u00e1rea de floresta. Ao inv\u00e9s de se criar ilhas de reflorestamento em \u00e1reas afastadas umas das outras, cria-se um corredor de floresta, unindo \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o e \u00e1reas de reflorestamento, permitindo que os animais e tamb\u00e9m as plantas tenham mais espa\u00e7o para se estabelecer. O mesmo ocorre quando diversas propriedades vizinhas optam pelo reflorestamento.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cQuando voc\u00ea faz justamente essas conex\u00f5es entre os fragmentos [de floresta] voc\u00ea permite que esses animais circulem, permite o fluxo g\u00eanico, permite que a gen\u00e9tica ali aconte\u00e7a em uma variabilidade maior. Voc\u00ea tem um maior n\u00famero de animais que est\u00e3o se reproduzido entre si, n\u00e3o s\u00e3o ilhas isoladas, n\u00e9? Por isso que ter diversas propriedades que fa\u00e7am essa adequa\u00e7\u00e3o ambiental \u00e9 muito interessante, porque ganha todo mundo\u201d, explica a coordenadora operacional do Projeto Guapia\u00e7u, Tatiana Horta.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/GGAPP-Xo-mKluM9px5gSx5QDU-Q=\/463x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2024\/11\/29\/_d6a3423.jpg?itok=dci4PSGD\" alt=\"Cachoeiras de Macacu (RJ) 25\/11\/2024 - A bi\u00f3loga Tatiana Horta com a comunicadora Vit\u00f3ria Lima, do Projeto Guapia\u00e7u, na \u00e1rea de reflorestamento da Fazenda Vital Brazil, para restaura\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica. Foto: Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\" title=\"Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Cachoeiras de Macacu (RJ) 25\/11\/2024 &#8211; A bi\u00f3loga Tatiana Horta com a comunicadora Vit\u00f3ria Lima, do Projeto Guapia\u00e7u, na \u00e1rea de reflorestamento da Fazenda Vital Brazil, para restaura\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica. Foto: Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil &#8211;&nbsp;<strong>Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Gabriela Viana, em Cachoeiras de Macacu, 99% das propriedades s\u00e3o pequenas propriedades e apenas cerca de dez fazendas s\u00e3o consideradas grandes, com mais de um mil hectares. Mesmo pequenas \u00e1reas, como a de Bruno, podem fazer a diferen\u00e7a. Um hectare replantado, foi suficiente, por exemplo, para que a fonte voltasse a jorrar. O projeto acompanha o reflorestamento por tr\u00eas anos, tempo geralmente suficiente para a floresta se estabelecer. Em 20 anos, j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel ter uma floresta com uma animais, com fauna e flora recompostas.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cEu acho que plantar uma \u00e1rvore \u00e9 um ato muito generoso\u201d, diz Viana. \u201cEu plantei um jequitib\u00e1 com as cinzas do meu av\u00f4 e eu, muito provavelmente, n\u00e3o vou sentar embaixo desse jequitib\u00e1 para usufruir da sombra, mas eu vou deixar o jequitib\u00e1 para os meus filhos e meus netos\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Diante da crise clim\u00e1tica, perguntado se acredita que ainda d\u00e1 tempo de salvar os seres humanos, e as florestas, Viana afirma: \u201cEu acredito que d\u00e1 tempo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><em>*A equipe viajou a convite da Petrobras<\/em> &#8211;  <em>Mariana Tokarnia \u2013 Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cerca de 70% da popula\u00e7\u00e3o brasileira vive em \u00e1reas de Mata Atl\u00e2ntica &#8211; Em 2020, o s\u00edtio de M\u00e1rio Honorio Teixeira Filho em Cachoeiras de Macacu, Rio de Janeiro, ficou sem \u00e1gua. 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