{"id":193929,"date":"2025-03-21T15:19:23","date_gmt":"2025-03-21T18:19:23","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/?p=193929"},"modified":"2025-03-21T15:19:47","modified_gmt":"2025-03-21T18:19:47","slug":"coluna-fernando-calmon-l-juro-alto-persistente-segura-aumento-potencial-de-vendas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/coluna-fernando-calmon-l-juro-alto-persistente-segura-aumento-potencial-de-vendas\/","title":{"rendered":"Coluna Fernando Calmon l Juro alto persistente segura aumento potencial de vendas"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n\n<p>Vendas, produ\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00f5es mostraram bons n\u00fameros no primeiro bimestre, segundo o balan\u00e7o apresentado pela Anfavea. Mercado interno com 356,2 mil unidades (autom\u00f3veis e ve\u00edculos comerciais) atingiu o maior patamar desde 2020. Produ\u00e7\u00e3o somou 392,9 mil unidades, alta de 14,8% sobre 2024. Exporta\u00e7\u00f5es alcan\u00e7aram 76,7 mil unidades, aumento de 55% pela extraordin\u00e1ria recupera\u00e7\u00e3o da Argentina.<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, as importa\u00e7\u00f5es deram um grande salto: 26% contra 9% de crescimento do mercado interno. A participa\u00e7\u00e3o nas vendas internas de 21% foi a maior desde 2012. Em 2021 chegaram do exterior, no primeiro bimestre, 30.000 unidades e em 2025, 75.000 (mais 150%).<\/p>\n\n\n\n<p>O Pa\u00eds perdeu relev\u00e2ncia em mercados latino-americanos. Em 2013, China, 5% e Brasil, 22%; em 2024, 28% e 14%, respectivamente. \u201cEstamos entregando empregos para fora do Pa\u00eds\u201d, afirma M\u00e1rcio Leite, presidente da Anfavea.<\/p>\n\n\n\n<p>Marcas chinesas produzir\u00e3o aqui, mas no futuro com que vigor exportar\u00e3o aos nossos vizinhos? S\u00f3 o tempo dar\u00e1 a resposta.<\/p>\n\n\n\n<p>A associa\u00e7\u00e3o dos fabricantes mant\u00e9m previs\u00e3o de crescimento de 6,3% este ano (Fenabrave estima 5%) para 2,8 milh\u00f5es de unidades. Anfavea desconsiderou atingir otimistas tr\u00eas milh\u00f5es em 2025, pois juros continuam a subir, afetando demanda atual e futura. Em janeiro passado, estavam em 29,5% ao ano para o cr\u00e9dito de ve\u00edculos, recorde hist\u00f3rico desde 2011. O Marco de Garantias ainda n\u00e3o ajuda porque s\u00f3 contratos recentes incluem cl\u00e1usula de retomada do ve\u00edculo, em caso de inadimpl\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2012, venderam-se 3,8 milh\u00f5es de unidades gra\u00e7as aos artificialismos da \u00e9poca. Se o mercado brasileiro crescer 4% de 2026 em diante, s\u00f3 igualaria 2012 daqui a sete anos, em 2032. Vinte anos depois.<\/p>\n\n\n\n<p>No \u00faltimo dia 14, Igor Calvet assumiu o cargo de presidente executivo da Anfavea em uma transi\u00e7\u00e3o at\u00e9 se encerrar o mandato de M\u00e1rcio Leite (Stellantis), em abril. Calvet \u00e9 um nome experiente e independente dos fabricantes, j\u00e1 atuava na associa\u00e7\u00e3o desde 2023 e antes no Governo Federal. Dessa forma, a entidade fundada em 15 de maio de 1956 descarta agora o sistema de rod\u00edzio entre executivos ligados \u00e0s cinco f\u00e1bricas pioneiras: Fiat, Ford, GM, Mercedes-Benz e VW. Isso gerava rusgas internas.<\/p>\n\n\n\n<p>Anfavea congrega atualmente 26 associadas que representam 34 marcas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Fenabrave comemora 60 anos de funda\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Concession\u00e1rias de ve\u00edculos j\u00e1 foram conhecidas como revendedoras, autorizadas ou simplesmente ag\u00eancias, o que n\u00e3o expressava exatamente a sua fun\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m de representarem uma marca e sua comercializa\u00e7\u00e3o organizada, prestam assist\u00eancia t\u00e9cnica, honram a garantia em nome dos fabricantes e disponibilizam pe\u00e7as originais.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1920, surgiram os primeiros revendedores autorizados de marcas importadas. Novos contratos de concess\u00e3o, em 1950 e, 11 anos depois, a Associa\u00e7\u00e3o dos Concession\u00e1rios de Ve\u00edculos de SP, embri\u00e3o da Abrave (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Revendedores Autorizados de Ve\u00edculos), fundada em 18 de mar\u00e7o de 1965. S\u00f3 em 1972, formaram-se as primeiras associa\u00e7\u00f5es de marcas e, em 1977, o Congresso Nacional aprovou a Lei do Setor Automotivo, todavia realmente sacramentada em 1979. Por\u00e9m, s\u00f3 uma d\u00e9cada depois, consagrou-se Fenabrave.<\/p>\n\n\n\n<p>Arc\u00e9lio Alceu dos Santos J\u00fanior \u00e9 o atual presidente da Federa\u00e7\u00e3o Nacional da Distribui\u00e7\u00e3o de Ve\u00edculos Automotores, que re\u00fane 57 associa\u00e7\u00f5es de marca de autom\u00f3veis, comerciais leves, caminh\u00f5es, \u00f4nibus, implementos rodovi\u00e1rios, motocicletas e m\u00e1quinas agr\u00edcolas. No evento comemorativo, em S\u00e3o Paulo (SP), lembrou que s\u00e3o mais de 7.800 concession\u00e1rias e 315.000 empregos diretos. Como est\u00e3o na ponta final de uma longa cadeia econ\u00f4mica, movimentam 5,65% do Produto Interno Bruto (PIB) do Pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>O dirigente lembrou ainda que a Fenabrave lidera, desde o in\u00edcio deste ano, o grupo de coaliz\u00e3o do Programa de Renova\u00e7\u00e3o da Frota ligado \u00e0 seguran\u00e7a no tr\u00e2nsito. \u201cIsso demonstra nosso envolvimento e anseio pela moderniza\u00e7\u00e3o do parque circulante nacional\u201d, enfatizou. E concluiu: \u201cA conex\u00e3o entre o passado e o presente \u00e9 que torna poss\u00edvel o nosso futuro.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Prote\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m no banco traseiro ganha \u00eanfase<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>IIHS (Instituto de Seguradoras para Seguran\u00e7a Rodovi\u00e1ria, na sigla em ingl\u00eas), fundada nos EUA por tr\u00eas seguradoras em 1959 e hoje de atua\u00e7\u00e3o independente, decidiu apertar as exig\u00eancias em suas premia\u00e7\u00f5es anuais para autom\u00f3veis, SUVs e picapes. Apenas 48 modelos, at\u00e9 agora, est\u00e3o pr\u00e9-qualificados para a premia\u00e7\u00e3o de 2025 contra 71 na mesma \u00e9poca, ano passado.<\/p>\n\n\n\n<p>Preocupa\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica sempre foi com motorista e passageiro dianteiro. A partir de agora, a seguran\u00e7a deve aumentar tamb\u00e9m para quem viaja no banco traseiro. Para se destacar no teste original, fortaleceram-se as estruturas dos ve\u00edculos, melhoraram os airbags e desenvolveram-se cintos de seguran\u00e7a avan\u00e7ados, capazes de absorver as for\u00e7as do impacto. Mas muitos desses avan\u00e7os foram aplicados apenas nos bancos dianteiros.<\/p>\n\n\n\n<p>Inclui-se agora um manequim adicional representando uma mulher de menor estatura ou uma crian\u00e7a de 12 anos atr\u00e1s do motorista. Novas m\u00e9tricas concentram-se nos ferimentos mais frequentes em ocupantes do banco traseiro. Independentemente do desempenho no teste atualizado, a segunda fileira continua sendo a posi\u00e7\u00e3o mais segura para crian\u00e7as menores de 13 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Nenhum minicarro, sed\u00e3, minivan ou picape pequena est\u00e3o entre os poss\u00edveis vencedores. Por suas grandes dimens\u00f5es, apenas duas picapes de maior porte, Rivian R1T e Toyota Tundra, se qualificam ao pr\u00eamio, al\u00e9m de quase todos os SUVs.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Mais pot\u00eancia e novo visual no Song Plus Premium<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O h\u00edbrido plug\u00e1vel da BYD ganhou presen\u00e7a com as modifica\u00e7\u00f5es est\u00e9ticas da linha 2025. Destaque para a dianteira, em especial desenho dos far\u00f3is e entradas de ar. Rodas de liga leve bonitas, de 19 pol. Na traseira a placa subiu do para-choque (onde n\u00e3o deveria estar) para a tampa do porta-malas e as novas lanternas interligadas integram-se com harmonia ao estilo do carro.<\/p>\n\n\n\n<p>Dimensionalmente \u00e9 um t\u00edpico SUV m\u00e9dio de cinco lugares, no entanto mais encorpado: 4.775 mm de comprimento, 2.765 mm de entre-eixos (apenas 29 mm a menos que o Jeep Commander, por exemplo, de sete lugares), 1.890 mm de largura, 1.670 mm de altura, porta-malas 574 litros (164 litros a mais que o Compass).<\/p>\n\n\n\n<p>Um bom avan\u00e7o est\u00e1 na estreia da tra\u00e7\u00e3o integral e do conjunto de tr\u00eas motores: o principal, 1,5 L a gasolina, entrega modestos 129 cv e 22,4 kgf\u00b7m, mais os dois el\u00e9tricos (dianteiro, 204 cv\/30,6 kgf\u00b7m e traseiro, 163 cv\/30,6 kgf\u00b7m). No total s\u00e3o 325 cv (torque combinado tecnicamente n\u00e3o pode ser medido).<\/p>\n\n\n\n<p>Resultado final \u00e9 positivo com acelera\u00e7\u00e3o de 0 a 100 km\/h em 5,2 s, um resultado muito bom para uma massa total de 2.020 kg. Mas se a bateria de 18,3 kW\u00b7h descarregar, o que n\u00e3o aconteceu durante a avalia\u00e7\u00e3o, o desempenho com certeza cai bastante. Tempo de recarga de 1h40m, de 20% a 80%, mas somente em AC (n\u00e3o aceita carga r\u00e1pida em DC). Para mitigar a poss\u00edvel situa\u00e7\u00e3o, h\u00e1 o recurso de economia para a bateria que pode e deve ser acionado.<\/p>\n\n\n\n<p>O interior \u00e9 bem-acabado, bancos com a firmeza necess\u00e1ria e destaque para grande tela girat\u00f3ria de 15,6 pol. (na realidade n\u00e3o gira, se o motorista escolhe usar a navega\u00e7\u00e3o por Waze ou Google Maps). Um ponto desagrad\u00e1vel \u00e9 o acesso \u00e0s entradas USB-C, escondidas no console, que exigem contorcionismo. Em viagens um pouco mais longas recarga por indu\u00e7\u00e3o \u00e9 insuficiente para manter o celular operante.<\/p>\n\n\n\n<p>Pre\u00e7o: R$ 299.800.<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Coluna Fernando Calmon aborda temas de variado interesse na \u00e1rea automobil\u00edstica: comportamento, mercado, avalia\u00e7\u00f5es de ve\u00edculos, segredos, t\u00e9cnica, seguran\u00e7a, legisla\u00e7\u00e3o, tecnologia e economia. A coluna semanal \u00e9 reproduzida em mais de 80 sites, portais, jornais e revistas brasileiros. Come\u00e7ou em 1\u00ba de maio de 1999.<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vendas, produ\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00f5es mostraram bons n\u00fameros no primeiro bimestre, segundo o balan\u00e7o apresentado pela Anfavea. Mercado interno com 356,2 mil unidades (autom\u00f3veis e ve\u00edculos comerciais) atingiu o maior patamar desde 2020. Produ\u00e7\u00e3o somou 392,9 mil unidades, alta de 14,8% sobre 2024. Exporta\u00e7\u00f5es alcan\u00e7aram 76,7 mil unidades, aumento de 55% pela extraordin\u00e1ria recupera\u00e7\u00e3o da Argentina. Contudo, as importa\u00e7\u00f5es deram um grande salto: 26% contra 9% de crescimento do mercado interno. A participa\u00e7\u00e3o nas vendas internas de 21% foi a maior desde 2012. Em 2021 chegaram do exterior, no primeiro bimestre, 30.000 unidades e em 2025, 75.000 (mais 150%). O Pa\u00eds perdeu relev\u00e2ncia em mercados latino-americanos. Em 2013, China, 5% e Brasil, 22%; em 2024, 28% e 14%, respectivamente. \u201cEstamos entregando empregos para fora do Pa\u00eds\u201d, afirma M\u00e1rcio Leite, presidente da Anfavea. Marcas chinesas produzir\u00e3o aqui, mas no futuro com que vigor exportar\u00e3o aos nossos vizinhos? S\u00f3 o tempo dar\u00e1 a resposta. A associa\u00e7\u00e3o dos fabricantes mant\u00e9m previs\u00e3o de crescimento de 6,3% este ano (Fenabrave estima 5%) para 2,8 milh\u00f5es de unidades. Anfavea desconsiderou atingir otimistas tr\u00eas milh\u00f5es em 2025, pois juros continuam a subir, afetando demanda atual e futura. Em janeiro passado, estavam em 29,5% ao ano para o cr\u00e9dito de ve\u00edculos, recorde hist\u00f3rico desde 2011. O Marco de Garantias ainda n\u00e3o ajuda porque s\u00f3 contratos recentes incluem cl\u00e1usula de retomada do ve\u00edculo, em caso de inadimpl\u00eancia. Em 2012, venderam-se 3,8 milh\u00f5es de unidades gra\u00e7as aos artificialismos da \u00e9poca. Se o mercado brasileiro crescer 4% de 2026 em diante, s\u00f3 igualaria 2012 daqui a sete anos, em 2032. Vinte anos depois. No \u00faltimo dia 14, Igor Calvet assumiu o cargo de presidente executivo da Anfavea em uma transi\u00e7\u00e3o at\u00e9 se encerrar o mandato de M\u00e1rcio Leite (Stellantis), em abril. Calvet \u00e9 um nome experiente e independente dos fabricantes, j\u00e1 atuava na associa\u00e7\u00e3o desde 2023 e antes no Governo Federal. Dessa forma, a entidade fundada em 15 de maio de 1956 descarta agora o sistema de rod\u00edzio entre executivos ligados \u00e0s cinco f\u00e1bricas pioneiras: Fiat, Ford, GM, Mercedes-Benz e VW. Isso gerava rusgas internas. Anfavea congrega atualmente 26 associadas que representam 34 marcas. Fenabrave comemora 60 anos de funda\u00e7\u00e3o Concession\u00e1rias de ve\u00edculos j\u00e1 foram conhecidas como revendedoras, autorizadas ou simplesmente ag\u00eancias, o que n\u00e3o expressava exatamente a sua fun\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m de representarem uma marca e sua comercializa\u00e7\u00e3o organizada, prestam assist\u00eancia t\u00e9cnica, honram a garantia em nome dos fabricantes e disponibilizam pe\u00e7as originais. Em 1920, surgiram os primeiros revendedores autorizados de marcas importadas. Novos contratos de concess\u00e3o, em 1950 e, 11 anos depois, a Associa\u00e7\u00e3o dos Concession\u00e1rios de Ve\u00edculos de SP, embri\u00e3o da Abrave (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Revendedores Autorizados de Ve\u00edculos), fundada em 18 de mar\u00e7o de 1965. S\u00f3 em 1972, formaram-se as primeiras associa\u00e7\u00f5es de marcas e, em 1977, o Congresso Nacional aprovou a Lei do Setor Automotivo, todavia realmente sacramentada em 1979. Por\u00e9m, s\u00f3 uma d\u00e9cada depois, consagrou-se Fenabrave. Arc\u00e9lio Alceu dos Santos J\u00fanior \u00e9 o atual presidente da Federa\u00e7\u00e3o Nacional da Distribui\u00e7\u00e3o de Ve\u00edculos Automotores, que re\u00fane 57 associa\u00e7\u00f5es de marca de autom\u00f3veis, comerciais leves, caminh\u00f5es, \u00f4nibus, implementos rodovi\u00e1rios, motocicletas e m\u00e1quinas agr\u00edcolas. No evento comemorativo, em S\u00e3o Paulo (SP), lembrou que s\u00e3o mais de 7.800 concession\u00e1rias e 315.000 empregos diretos. Como est\u00e3o na ponta final de uma longa cadeia econ\u00f4mica, movimentam 5,65% do Produto Interno Bruto (PIB) do Pa\u00eds. O dirigente lembrou ainda que a Fenabrave lidera, desde o in\u00edcio deste ano, o grupo de coaliz\u00e3o do Programa de Renova\u00e7\u00e3o da Frota ligado \u00e0 seguran\u00e7a no tr\u00e2nsito. \u201cIsso demonstra nosso envolvimento e anseio pela moderniza\u00e7\u00e3o do parque circulante nacional\u201d, enfatizou. E concluiu: \u201cA conex\u00e3o entre o passado e o presente \u00e9 que torna poss\u00edvel o nosso futuro.\u201d Prote\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m no banco traseiro ganha \u00eanfase IIHS (Instituto de Seguradoras para Seguran\u00e7a Rodovi\u00e1ria, na sigla em ingl\u00eas), fundada nos EUA por tr\u00eas seguradoras em 1959 e hoje de atua\u00e7\u00e3o independente, decidiu apertar as exig\u00eancias em suas premia\u00e7\u00f5es anuais para autom\u00f3veis, SUVs e picapes. Apenas 48 modelos, at\u00e9 agora, est\u00e3o pr\u00e9-qualificados para a premia\u00e7\u00e3o de 2025 contra 71 na mesma \u00e9poca, ano passado. Preocupa\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica sempre foi com motorista e passageiro dianteiro. A partir de agora, a seguran\u00e7a deve aumentar tamb\u00e9m para quem viaja no banco traseiro. Para se destacar no teste original, fortaleceram-se as estruturas dos ve\u00edculos, melhoraram os airbags e desenvolveram-se cintos de seguran\u00e7a avan\u00e7ados, capazes de absorver as for\u00e7as do impacto. Mas muitos desses avan\u00e7os foram aplicados apenas nos bancos dianteiros. Inclui-se agora um manequim adicional representando uma mulher de menor estatura ou uma crian\u00e7a de 12 anos atr\u00e1s do motorista. Novas m\u00e9tricas concentram-se nos ferimentos mais frequentes em ocupantes do banco traseiro. Independentemente do desempenho no teste atualizado, a segunda fileira continua sendo a posi\u00e7\u00e3o mais segura para crian\u00e7as menores de 13 anos. Nenhum minicarro, sed\u00e3, minivan ou picape pequena est\u00e3o entre os poss\u00edveis vencedores. Por suas grandes dimens\u00f5es, apenas duas picapes de maior porte, Rivian R1T e Toyota Tundra, se qualificam ao pr\u00eamio, al\u00e9m de quase todos os SUVs. Mais pot\u00eancia e novo visual no Song Plus Premium O h\u00edbrido plug\u00e1vel da BYD ganhou presen\u00e7a com as modifica\u00e7\u00f5es est\u00e9ticas da linha 2025. Destaque para a dianteira, em especial desenho dos far\u00f3is e entradas de ar. Rodas de liga leve bonitas, de 19 pol. Na traseira a placa subiu do para-choque (onde n\u00e3o deveria estar) para a tampa do porta-malas e as novas lanternas interligadas integram-se com harmonia ao estilo do carro. Dimensionalmente \u00e9 um t\u00edpico SUV m\u00e9dio de cinco lugares, no entanto mais encorpado: 4.775 mm de comprimento, 2.765 mm de entre-eixos (apenas 29 mm a menos que o Jeep Commander, por exemplo, de sete lugares), 1.890 mm de largura, 1.670 mm de altura, porta-malas 574 litros (164 litros a mais que o Compass). Um bom avan\u00e7o est\u00e1 na estreia da tra\u00e7\u00e3o integral e do conjunto de tr\u00eas motores: o principal, 1,5 L a gasolina, entrega modestos 129 cv e 22,4 kgf\u00b7m, mais os dois el\u00e9tricos (dianteiro, 204 cv\/30,6 kgf\u00b7m e traseiro, 163 cv\/30,6 kgf\u00b7m). 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