{"id":203639,"date":"2025-06-27T10:55:53","date_gmt":"2025-06-27T13:55:53","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/?p=203639"},"modified":"2025-06-27T10:56:34","modified_gmt":"2025-06-27T13:56:34","slug":"autopsia-indonesia-conclui-que-juliana-marins-morreu-de-hemorragia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/autopsia-indonesia-conclui-que-juliana-marins-morreu-de-hemorragia\/","title":{"rendered":"Aut\u00f3psia conclui que Juliana Marins morreu de hemorragia"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n\n<p><strong><em>Equipe descartou morte por hipotermia<\/em><\/strong>  &#8211;  A aut\u00f3psia realizada por legistas na Indon\u00e9sia concluiu que a turista brasileira Juliana Marins <strong>morreu em decorr\u00eancia de hemorragia<\/strong>, provocada por danos a \u00f3rg\u00e3os internos e fraturas \u00f3sseas. Segundo os legistas, os ferimentos foram provocados por traumas por contus\u00e3o, ocorridos algumas horas antes do resgate do corpo.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1648605&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1648605&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>Eles explicaram que depois do in\u00edcio da hemorragia, a morte levou menos de 20 minutos para ocorrer. A equipe tamb\u00e9m descartou morte por\u00a0hipotermia, porque n\u00e3o h\u00e1 sinais de les\u00f5es teciduais nos dedos. O resultado final da aut\u00f3psia, que ainda incluir\u00e1 exames toxicol\u00f3gicos, dever\u00e1 sair em duas semanas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Juliana Marins fazia uma trilha no Monte Rinjani, na ilha de Lombok, na Indon\u00e9sia, no \u00faltimo s\u00e1bado (21), quando caiu na cratera do vulc\u00e3o<\/strong>. A brasileira esperou viva pelo resgate provavelmente por tr\u00eas ou quatro dias, mas quando as equipes de socorro chegaram at\u00e9 ela, constataram que j\u00e1 tinha morrido.<\/p>\n\n\n\n<p>Na noite de quinta-feira (26), no hor\u00e1rio do Brasil, o pai de Juliana, Manoel Marins, disse que ainda estava em Lombok, esperando pelo atestado de \u00f3bito para trazer o corpo da filha de volta.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Equipe descartou morte por hipotermia &#8211; A aut\u00f3psia realizada por legistas na Indon\u00e9sia concluiu que a turista brasileira Juliana Marins morreu em decorr\u00eancia de hemorragia, provocada por danos a \u00f3rg\u00e3os internos e fraturas \u00f3sseas. Segundo os legistas, os ferimentos foram provocados por traumas por contus\u00e3o, ocorridos algumas horas antes do resgate do corpo. Eles explicaram que depois do in\u00edcio da hemorragia, a morte levou menos de 20 minutos para ocorrer. A equipe tamb\u00e9m descartou morte por\u00a0hipotermia, porque n\u00e3o h\u00e1 sinais de les\u00f5es teciduais nos dedos. O resultado final da aut\u00f3psia, que ainda incluir\u00e1 exames toxicol\u00f3gicos, dever\u00e1 sair em duas semanas. Juliana Marins fazia uma trilha no Monte Rinjani, na ilha de Lombok, na Indon\u00e9sia, no \u00faltimo s\u00e1bado (21), quando caiu na cratera do vulc\u00e3o. A brasileira esperou viva pelo resgate provavelmente por tr\u00eas ou quatro dias, mas quando as equipes de socorro chegaram at\u00e9 ela, constataram que j\u00e1 tinha morrido. Na noite de quinta-feira (26), no hor\u00e1rio do Brasil, o pai de Juliana, Manoel Marins, disse que ainda estava em Lombok, esperando pelo atestado de \u00f3bito para trazer o corpo da filha de volta. 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