{"id":239363,"date":"2026-09-11T11:19:27","date_gmt":"2026-09-11T14:19:27","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/?p=239363"},"modified":"2026-09-11T11:19:28","modified_gmt":"2026-09-11T14:19:28","slug":"11-de-setembro-apos-25-anos-imagens-do-atentado-ainda-chocam-o-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/11-de-setembro-apos-25-anos-imagens-do-atentado-ainda-chocam-o-mundo\/","title":{"rendered":"11 de setembro: ap\u00f3s 25 anos, imagens do atentado ainda chocam o mundo"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n\n<p><strong><em>Repeti\u00e7\u00e3o das cenas gerou trauma em escala global, avalia especialista<\/em><\/strong>  &#8211;   No dia 11 de setembro de 2001, <strong>o mundo inteiro parou<\/strong> para ver pela TV as imagens das duas torres g\u00eameas de <strong>Nova York<\/strong> repletas de fuma\u00e7a.\u00a0Vinte e cinco anos depois, as cenas do atentado permanecem entre as mais conhecidas e lembradas do s\u00e9culo 21.\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1702060&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1702060&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>Quase <strong>3 mil pessoas morreram<\/strong> nos ataques, quando terroristas da Al Qaeda sequestraram e lan\u00e7aram avi\u00f5es em dire\u00e7\u00e3o \u00e0s torres do World Trade Center de Nova York e no Pent\u00e1gono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, localizado no condado de Arlington, Virg\u00ednia.\u00a0Um quarto avi\u00e3o caiu na zona rural de Shanksville, no estado da Pensilv\u00e2nia.\u00a0\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o professor Eug\u00eanio Bucci, da Escola de Comunica\u00e7\u00f5es e Artes da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), as imagens das torres desabando, transmitidas repetidas vezes, gerou um trauma em escala global.\u00a0A televis\u00e3o, ao vivo, em uma \u00e9poca em que a internet n\u00e3o era t\u00e3o difundida, prendeu o p\u00fablico pela repeti\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cIsso abriu uma ferida no olhar. Naquele dia, o olhar se tornou mutilado de guerra. O atentado conseguiu ferir todas as pessoas, tanto que todas as pessoas no mundo inteiro s\u00e3o capazes de se lembrar onde estavam quando tiveram not\u00edcia daquele acontecimento\u201d, avalia o professor. .<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Bucci classifica a experi\u00eancia como &#8220;tempo congelado&#8221;, tanto pela TV ao vivo, como pela exibi\u00e7\u00e3o em plataformas digitais.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cA televis\u00e3o ao vivo desenvolveu essa possibilidade, que \u00e9 o congelamento do tempo. Se d\u00e1 pela expans\u00e3o de 1 segundo ou de poucos minutos em uma repeti\u00e7\u00e3o que n\u00e3o cessa, toma horas, \u00e0s vezes dias, e d\u00e1 em todos os que est\u00e3o conectados ali, d\u00e1 essa rela\u00e7\u00e3o distinta com o fluxo do tempo\u201d, diz.&nbsp;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/50w01k-6dBS1nNN1y9GJAM8MBf8=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2026\/09\/10\/2001-09-11t120000z_355936942_rp2dridkauaa_rtrmadp_3_crash-trade-center.jpg?itok=27H3nBbA\" alt=\"Pedestrians react to the World Trade Center collapse September 11,\n2001. Two commercial airplanes crashed into the World Trade Center\nearlier. REUTERS\/Richard Cohen\n\nAC\" title=\"Reuters\/Richard Cohen\/Arquivo\/Proibida reprodu\u00e7\u00e3o\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">Dois avi\u00f5es comerciais se chocaram\u00a0contra o World Trade Center, em Nova York.\u00a0<em>Reuters\/Richard Cohen\/Arquivo\/Proibida reprodu\u00e7\u00e3o<\/em><\/h6>\n\n\n\n<p>A trag\u00e9dia marcou a mem\u00f3ria de pessoas de uma gera\u00e7\u00e3o inteira. O empres\u00e1rio brasileiro M\u00e1rcio Boruchowski trabalhava em um edif\u00edcio perto das torres g\u00eameas. Para ele, o som do impacto dos pr\u00e9dios foi o mais marcante.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cEu vi uma s\u00e9rie de pessoas se jogando, como se fosse um inc\u00eandio. A demora para cair foi muito chocante, isso ficou para sempre. O barulho que se faz quando cai uma ou duas torres de 100 andares \u00e9 o maior decibel. Pensa no maior barulho que voc\u00eas ouviu na sua vida e transforma isso em 1 minuto 40 segundos eternamente\u201d, lembrou em entrevista para a TV Brasil.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Os avi\u00f5es se chocaram a mais de 800 quil\u00f4metros por hora, causando uma s\u00e9rie de explos\u00f5es. Cerca de 400 mil pessoas foram expostas a poeira t\u00f3xica. A remo\u00e7\u00e3o de 1,8 milh\u00e3o de toneladas de escombros levou cerca de oito meses.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Julgamento&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Acusado de ser o mentor dos ataques, Khalid Sheikh Mohammed, chefe de opera\u00e7\u00f5es da\u00a0<\/strong>\u00a0Al Qaeda,\u00a0dever\u00e1 ser julgado por um tribunal militar em junho de 2028.\u00a0Ele \u00e9 acusado de orquestrar o plano para lan\u00e7ar avi\u00f5es de passageiros sequestrados contra o World Trade Center, em Nova York, e contra o Pent\u00e1gono.\u00a0\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Ele foi preso em 2003, no Paquist\u00e3o, e desde 2006 est\u00e1 na base de Guant\u00e1namo, em Cuba.&nbsp;Al\u00e9m de Mohammed, ser\u00e3o julgados tr\u00eas co-r\u00e9us: Walid Muhammad Salih Mubarak bin &#8216;Atash, Mustafa Ahmed Adam al Hawsawi e Ali Abdul Aziz Ali.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Osama Bin Laden, fundador e l\u00edder da rede Al Qaeda,\u00a0foi morto em 2011\u00a0pelas for\u00e7as dos Estados Unidos em uma opera\u00e7\u00e3o no interior do Paquist\u00e3o.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><em>*Colaborou Gabriel Correa, da R\u00e1dio Nacional<\/em>  &#8211;  <em>Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Repeti\u00e7\u00e3o das cenas gerou trauma em escala global, avalia especialista &#8211; No dia 11 de setembro de 2001, o mundo inteiro parou para ver pela TV as imagens das duas torres g\u00eameas de Nova York repletas de fuma\u00e7a.\u00a0Vinte e cinco anos depois, as cenas do atentado permanecem entre as mais conhecidas e lembradas do s\u00e9culo 21.\u00a0 Quase 3 mil pessoas morreram nos ataques, quando terroristas da Al Qaeda sequestraram e lan\u00e7aram avi\u00f5es em dire\u00e7\u00e3o \u00e0s torres do World Trade Center de Nova York e no Pent\u00e1gono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, localizado no condado de Arlington, Virg\u00ednia.\u00a0Um quarto avi\u00e3o caiu na zona rural de Shanksville, no estado da Pensilv\u00e2nia.\u00a0\u00a0 Segundo o professor Eug\u00eanio Bucci, da Escola de Comunica\u00e7\u00f5es e Artes da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), as imagens das torres desabando, transmitidas repetidas vezes, gerou um trauma em escala global.\u00a0A televis\u00e3o, ao vivo, em uma \u00e9poca em que a internet n\u00e3o era t\u00e3o difundida, prendeu o p\u00fablico pela repeti\u00e7\u00e3o. \u201cIsso abriu uma ferida no olhar. 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Se d\u00e1 pela expans\u00e3o de 1 segundo ou de poucos minutos em uma repeti\u00e7\u00e3o que n\u00e3o cessa, toma horas, \u00e0s vezes dias, e d\u00e1 em todos os que est\u00e3o conectados ali, d\u00e1 essa rela\u00e7\u00e3o distinta com o fluxo do tempo\u201d, diz.&nbsp; Dois avi\u00f5es comerciais se chocaram\u00a0contra o World Trade Center, em Nova York.\u00a0Reuters\/Richard Cohen\/Arquivo\/Proibida reprodu\u00e7\u00e3o A trag\u00e9dia marcou a mem\u00f3ria de pessoas de uma gera\u00e7\u00e3o inteira. O empres\u00e1rio brasileiro M\u00e1rcio Boruchowski trabalhava em um edif\u00edcio perto das torres g\u00eameas. Para ele, o som do impacto dos pr\u00e9dios foi o mais marcante.&nbsp; \u201cEu vi uma s\u00e9rie de pessoas se jogando, como se fosse um inc\u00eandio. A demora para cair foi muito chocante, isso ficou para sempre. O barulho que se faz quando cai uma ou duas torres de 100 andares \u00e9 o maior decibel. Pensa no maior barulho que voc\u00eas ouviu na sua vida e transforma isso em 1 minuto 40 segundos eternamente\u201d, lembrou em entrevista para a TV Brasil. Os avi\u00f5es se chocaram a mais de 800 quil\u00f4metros por hora, causando uma s\u00e9rie de explos\u00f5es. Cerca de 400 mil pessoas foram expostas a poeira t\u00f3xica. A remo\u00e7\u00e3o de 1,8 milh\u00e3o de toneladas de escombros levou cerca de oito meses.&nbsp; Julgamento&nbsp; Acusado de ser o mentor dos ataques, Khalid Sheikh Mohammed, chefe de opera\u00e7\u00f5es da\u00a0\u00a0Al Qaeda,\u00a0dever\u00e1 ser julgado por um tribunal militar em junho de 2028.\u00a0Ele \u00e9 acusado de orquestrar o plano para lan\u00e7ar avi\u00f5es de passageiros sequestrados contra o World Trade Center, em Nova York, e contra o Pent\u00e1gono.\u00a0\u00a0 Ele foi preso em 2003, no Paquist\u00e3o, e desde 2006 est\u00e1 na base de Guant\u00e1namo, em Cuba.&nbsp;Al\u00e9m de Mohammed, ser\u00e3o julgados tr\u00eas co-r\u00e9us: Walid Muhammad Salih Mubarak bin &#8216;Atash, Mustafa Ahmed Adam al Hawsawi e Ali Abdul Aziz Ali.&nbsp; Osama Bin Laden, fundador e l\u00edder da rede Al Qaeda,\u00a0foi morto em 2011\u00a0pelas for\u00e7as dos Estados Unidos em uma opera\u00e7\u00e3o no interior do Paquist\u00e3o.\u00a0 *Colaborou Gabriel Correa, da R\u00e1dio Nacional &#8211; Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":239366,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_seopress_robots_primary_cat":"none","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","footnotes":""},"categories":[16],"tags":[2150],"class_list":["post-239363","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral","tag-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/239363","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=239363"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/239363\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":239367,"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/239363\/revisions\/239367"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/239366"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=239363"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=239363"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=239363"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}