{"id":29635,"date":"2016-08-09T21:54:41","date_gmt":"2016-08-10T00:54:41","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/?p=29635"},"modified":"2016-08-09T21:54:41","modified_gmt":"2016-08-10T00:54:41","slug":"brasil-fica-em-8o-na-ginastica-artistica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/brasil-fica-em-8o-na-ginastica-artistica\/","title":{"rendered":"Brasil fica em 8\u00ba na Gin\u00e1stica Art\u00edstica"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<figure id=\"attachment_29626\" aria-describedby=\"caption-attachment-29626\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/160809-H62.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-29626\" src=\"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/160809-H62-300x169.jpg\" alt=\"A ginasta Danielle Hypolito mostra suas habilidades sobre a Trave, nas finais da Gin\u00e1stica Art\u00edstica Foto: Getty Images\/Lars Baron\" width=\"300\" height=\"169\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-29626\" class=\"wp-caption-text\">A ginasta Danielle Hypolito mostra suas habilidades sobre a Trave, nas finais da Gin\u00e1stica Art\u00edstica<br \/>Foto: Getty Images\/Lars Baron<\/figcaption><\/figure>\n<p>O lamento ecoou em coro na Arena Ol\u00edmpica quando\u00a0Rebeca Andrade\u00a0caiu no solo. Na \u00faltima acrobacia. Quando j\u00e1 tinha arrebatado a torcida no Rio de Janeiro ao som de Beyonc\u00e9. A mesma arquibancada aplaudiu\u00a0Jade Barbosa, que se recuperou de uma queda na trave com boas s\u00e9ries nos outros aparelhos. O lamento foi de quem viu o Brasil pela primeira vez ter uma chance &#8211; ainda que pequena &#8211; de chegar ao p\u00f3dio por equipes. N\u00e3o deu, era preciso uma prova perfeita. Com Rebeca, Jade,\u00a0Flavia Saraiva,\u00a0Daniele Hypolito\u00a0e Lorrane Oliveira, a equipe do Brasil acabou na oitava coloca\u00e7\u00e3o.<br \/>\nAs\u00a0 brasileiras ao menos tiveram uma posi\u00e7\u00e3o privilegiada para testemunhar o nascimento de uma lenda. Maior estrela da competi\u00e7\u00e3o,\u00a0Simone Biles\u00a0arrebatou a torcida com voos incr\u00edveis e aterrissagens precisas. Fez o que dela se esperava, e se esperava muito da garota de 19 anos e apenas 1,45m de altura. Ela liderou a equipe dos Estados Unidos ao segundo t\u00edtulo ol\u00edmpico seguido, o primeiro ouro em Olimp\u00edadas do fen\u00f4meno que j\u00e1 \u00e9 a maior campe\u00e3 mundial da hist\u00f3ria. E a americana ainda \u00e9 favorita para mais quatro conquistas no Rio, avan\u00e7ando na primeira posi\u00e7\u00e3o em quatro das cinco provas individuais.<br \/>\nA R\u00fassia arrancou a prata no \u00faltimo aparelho, jogando a China para o bronze. O Brasil foi o \u00faltimo sim, mas \u00e9 preciso ressaltar que ainda \u00e9 a melhor coloca\u00e7\u00e3o de uma equipe feminina em Olimp\u00edadas. Nos Jogos de Pequim, o pa\u00eds conseguiu a mesma posi\u00e7\u00e3o, com Daiane dos Santos, Lais Souza, Jade e Dani. A veterana, ali\u00e1s, primeira medalhista brasileira em Mundiais e presente em cinco Jogos fez nesta ter\u00e7a sua \u00faltima apresenta\u00e7\u00e3o ol\u00edmpica. Ela ainda n\u00e3o se aposentou, mas j\u00e1 anunciou que n\u00e3o vai tentar chegar a T\u00f3quio 2020.<\/p>\n<p>Trave<\/p>\n<p>O som de Anitta soou na Arena Ol\u00edmpica para o aquecimento do Brasil na trave, justamente a m\u00fasica que embala Daniele Hypolito no solo. Ritmo ideal para a veterana abrir a competi\u00e7\u00e3o para o Brasil na trave, fazer sua \u00faltima apresenta\u00e7\u00e3o em uma Olimp\u00edada. Com cinco Jogos no curr\u00edculo, a ginastas ainda n\u00e3o vai se aposentar, mas n\u00e3o vai continuar at\u00e9 T\u00f3quio 2020. E ela foi firme em sua \u00faltima apresenta\u00e7\u00e3o ol\u00edmpica. Apenas um desequil\u00edbrio e a boa nota 14,133. Flavinha, finalista do aparelho no Rio, mostrou seguran\u00e7a e encantou mais uma vez. A nota 14,833 foi vaiada pelo p\u00fablico, que queria mais pontos para a Pequena Not\u00e1vel. S\u00f3 que\u00a0Jade n\u00e3o foi t\u00e3o feliz, caiu logo na entrada, se recuperou bem, mas o 13,033 comprometeu a nota. Em final, n\u00e3o h\u00e1 descarte, n\u00e3o h\u00e1 muito espa\u00e7o para erros.<br \/>\nCom 41,999 pontos, o Brasil ficou na s\u00e9tima posi\u00e7\u00e3o. Na primeira rota\u00e7\u00e3o, Estados Unidos abriu seu show com voos altos da estrela Simone Biles, Aly Raisman e Lauren Hernandez. A R\u00fassia assumiu a segunda posi\u00e7\u00e3o, liderada por Aliya Mustafina nas barras assim\u00e9tricas.<\/p>\n<p>Solo<\/p>\n<p>A queda na trave n\u00e3o abalou Jade, j\u00e1 sabe lidar com esses momentos. Ela foi ao solo e praticamente cravou toda sua s\u00e9rie, encantou tanto que a nota 14,266 foi mais uma vaiada. Torcida sempre pede mais. Flavinha deu mais. A baixinha tamb\u00e9m passou muito bem pelo aparelho e conseguiu 14,500. Rebeca Andrade vinha com o mesmo roteiro, s\u00f3 que na \u00faltima acrobacia, uma queda e a nota 12,966.<br \/>\nCom 41,732 pontos no solo, o Brasil foi ultrapassado pela Holanda e assumiu a lanterna longe de russas, chinesas e brit\u00e2nicas, mesmo com quedas das advers\u00e1rias. As americanas, n\u00e3o, essas nunca caem. Se Simone Biles s\u00f3 n\u00e3o voa nas barras, elas t\u00eam Gabby Douglas e Madison Kocian para isso. Os Estados Unidos dispararam e j\u00e1 encaminharam mais um t\u00edtulo.<\/p>\n<p>Salto<\/p>\n<p>O p\u00f3dio j\u00e1 n\u00e3o estava mais ao alcance das brasileiras, o que s\u00f3 viria com uma prova perfeita. Elas, por\u00e9m, ainda queriam o melhor resultado do pa\u00eds em uma final, melhorar a oitava coloca\u00e7\u00e3o de Pequim. Era a vez do salto, o melhor aparelho do Brasil. Lorrane e Jade conseguiram boas notas: 14,566 e 14,933 respectivamente. Mas foi Rebeca que voou alto. Depois de cair no solo, ela fez o salto Amanar, um dos mais dif\u00edceis do c\u00f3digo de pontua\u00e7\u00e3o. Mesmo sem um pouso perfeito, a nota 15,400 puxou uma rea\u00e7\u00e3o brasileira.<br \/>\nCom 44,899 pontos no salto, o Brasil deixou para tr\u00e1s Holanda e Alemanha. Alcan\u00e7ar as brit\u00e2nicas parecia dif\u00edcil, mas manter o sexto posto j\u00e1 seria um avan\u00e7o. Simone mais uma vez brilhou na rota\u00e7\u00e3o, mesmo com um desequil\u00edbrio na trave. As americanas estavam passeando, enquanto chinesas e russas viam as japonesas entrarem na briga pelo p\u00f3dio com uma prova perfeita.<\/p>\n<p>Barras<\/p>\n<p>As brasileiras assistiram holandesas cravarem a trave e alem\u00e3s voarem nas barras assim\u00e9tricas, aparelhos fortes das equipes. As anfitri\u00e3s teriam muito trabalho para manter o sexto posto, e logo no ponto fraco do time, as temidas barras. O aparelho n\u00e3o foi problema. Prova a prova as brasileiras foram crescendo, com Lorrane (14,166 pontos), Jade (14,391) e Rebeca (14,900). N\u00e3o foi o suficiente. Com mais 43,457 pontos, a equipe anfitri\u00e3 somou 172,087 e ficou na oitava posi\u00e7\u00e3o.<br \/>\nAs\u00a0americanas completaram o show com s\u00e9ries incr\u00edveis no solo. Simone Biles fechou a competi\u00e7\u00e3o como sempre de forma brilhante. A R\u00fassia ainda arrancou a prata com \u00f3timo desempenho no salto, enquanto a China acabou com o bronze por causa de uma queda no solo.<\/p>\n<p>Fonte: Globoesporte.com<br \/>\nPor\u00a0Alexandre Allitatti, Amanda Kestelman, Helena Rebello e Marcos Guerra<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O lamento ecoou em coro na Arena Ol\u00edmpica quando\u00a0Rebeca Andrade\u00a0caiu no solo. Na \u00faltima acrobacia. Quando j\u00e1 tinha arrebatado a torcida no Rio de Janeiro ao som de Beyonc\u00e9. 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