{"id":45413,"date":"2017-04-17T10:58:41","date_gmt":"2017-04-17T13:58:41","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/?p=45413"},"modified":"2017-04-17T10:58:57","modified_gmt":"2017-04-17T13:58:57","slug":"mais-da-metade-dos-brasileiros-esta-acima-do-peso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/mais-da-metade-dos-brasileiros-esta-acima-do-peso\/","title":{"rendered":"Mais da metade dos brasileiros est\u00e1 acima do peso"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<p>Estudo divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade revela que o excesso de peso no Brasil cresceu 26,3% nos \u00faltimos dez anos, passando de 42,6% em 2006 para 53,8% em 2016. De acordo com a pesquisa Vigil\u00e2ncia de Fatores de Risco e Prote\u00e7\u00e3o para Doen\u00e7as Cr\u00f4nicas por Inqu\u00e9rito Telef\u00f4nico (Vigitel), o problema \u00e9 mais comum entre os homens: passou de 47,5% para 57,7% no per\u00edodo. J\u00e1 entre as mulheres, o \u00edndice passou 38,5% para 50,5%.<\/p>\n<p>Segundo o estudo, Rio Branco \u00e9 a capital brasileira com maior preval\u00eancia de excesso de peso: 60,6 casos para cada 100 mil habitantes. Em seguida est\u00e3o Campo Grande (58\/100 mil habitantes), Recife, Jo\u00e3o Pessoa e Natal (56,6\/100 mil habitantes) e Fortaleza (56,5\/100 mil habitantes). J\u00e1 Palmas \u00e9 a capital brasileira com a menor preval\u00eancia de excesso de peso (47,7\/100 mil habitantes).<\/p>\n<p>O levantamento revela que, no Brasil, o indicador de excesso de peso aumenta com a idade e \u00e9 maior entre os que t\u00eam menor grau de escolaridade. Nas pessoas com idade entre 18 e 24 anos, por exemplo, o \u00edndice \u00e9 de 30,3%. J\u00e1 entre brasileiros de 35 a 44 anos, o \u00edndice \u00e9 de 61,1% e, entre os com idade de 55 a 64 anos, o n\u00famero chega a 62,4%. J\u00e1 na popula\u00e7\u00e3o com 65 anos ou mais, o \u00edndice \u00e9 de 57,7%.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 escolaridade, 59,2% das pessoas que t\u00eam at\u00e9 oito anos de apresentam excesso de peso. O percentual cai para 53,3% entre os brasileiros com nove a 11 anos de estudo e para 48,8% entre os que t\u00eam 12 ou mais anos de estudo.<\/p>\n<p>A Vigital diferencia excesso de peso ou sobrepeso de obesidade. A pessoa com sobrepeso tem \u00cdndice de Massa Corporal igual ou maior que 25 quilos por metro quadrado (kg\/m2). J\u00e1 a obesidade implica em IMC igual ou superior a 30 (kg\/m2).<\/p>\n<p>De acordo com os dados, a preval\u00eancia de obesidade no pa\u00eds duplica a partir dos 25 anos de idade e o problema tamb\u00e9m \u00e9 maior entre os que apresentam menor escolaridade. Nas pessoas com idade entre 18 e 24 anos, por exemplo, o \u00edndice \u00e9 de 8,5%. J\u00e1 entre brasileiros de 35 a 44 anos, o \u00edndice \u00e9 de 22,5% e, entre os com idade de 55 a 64 anos, o n\u00famero chega a 22,9%. Na popula\u00e7\u00e3o com 65 anos ou mais, o \u00edndice \u00e9 de 20,3%.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 escolaridade, os que t\u00eam at\u00e9 oito anos de estudo apresentam \u00edndice de obesidade de 23,5%. O percentual cai para 18,3% entre os brasileiros com nove a 11 anos de estudo e para 14,9% entre os que t\u00eam 12 ou mais anos de estudo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade revela que o excesso de peso no Brasil cresceu 26,3% nos \u00faltimos dez anos, passando de 42,6% em 2006 para 53,8% em 2016. 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