{"id":6367,"date":"2015-07-09T23:43:48","date_gmt":"2015-07-10T02:43:48","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/?p=6367"},"modified":"2015-07-09T23:43:48","modified_gmt":"2015-07-10T02:43:48","slug":"criancas-iguacuanas-aprendem-a-combater-racismo-na-sala-de-aula","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/criancas-iguacuanas-aprendem-a-combater-racismo-na-sala-de-aula\/","title":{"rendered":"Crian\u00e7as igua\u00e7uanas aprendem a combater racismo na sala de aula"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<figure id=\"attachment_6360\" aria-describedby=\"caption-attachment-6360\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/150709-H31.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-6360\" src=\"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/150709-H31-300x193.jpg\" alt=\"Renato Noguera fala de sua experi\u00eancia para os professores de educa\u00e7\u00e3o infantil Fotos: Madalena Angelo\" width=\"300\" height=\"193\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-6360\" class=\"wp-caption-text\">Renato Noguera fala de sua experi\u00eancia para os professores de educa\u00e7\u00e3o infantil<br \/>Fotos: Madalena Angelo<\/figcaption><\/figure>\n<p>Em Nova Igua\u00e7u a educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o vem s\u00f3 de casa, mas tamb\u00e9m da escola. Pelo menos \u00e9 o que promete a Secretaria Municipal de Educa\u00e7\u00e3o, que est\u00e1 trabalhando a tem\u00e1tica racial ainda na educa\u00e7\u00e3o infantil. Para tratar a resist\u00eancia, que na maioria das vezes come\u00e7a dentro da pr\u00f3pria fam\u00edlia, os professores que atuam nessas classes passam por forma\u00e7\u00e3o, por meio do projeto Africantil, que trata da valoriza\u00e7\u00e3o da ra\u00e7a negra e a contextualiza\u00e7\u00e3o da import\u00e2ncia de tratar a tem\u00e1tica racial na primeira inf\u00e2ncia.<br \/>\nA equipe do\u00a0Setor de Implementa\u00e7\u00e3o e Articula\u00e7\u00e3o de Forma\u00e7\u00e3o Complementar, se baseia\u00a0na Lei 10.639\/03, que torna obrigat\u00f3rio o ensino da hist\u00f3ria e cultura africana e afro-brasileira nas escolas de ensino fundamental e m\u00e9dio. Segundo Regina Mucy de Oliveira, do setor de Implementa\u00e7\u00e3o, embora pare\u00e7a que nesta fase as crian\u00e7as estejam despercebidas do preconceito, nos relatos dos professores grande parte das crian\u00e7as n\u00e3o se reconhece como negras.<br \/>\n\u201cOs educadores trabalham as quest\u00f5es da identidade com utiliza\u00e7\u00e3o de espelho, bonecas pretas e brancas e exemplos de personagens negros bem-sucedidos para mudar o quadro\u201d, explicou.<br \/>\nDe acordo com relatos de professores, quando s\u00e3o estimuladas a desenhar a pr\u00f3pria fam\u00edlia, muitas crian\u00e7as tra\u00e7am um perfil que n\u00e3o condiz com sua pele. Desenham-se com cabelos lisos e amarelos ou at\u00e9 se recusam a utilizar o l\u00e1pis de colorir preto, em sinal de rejei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Literatura contra o preconceito<\/p>\n<figure id=\"attachment_6361\" aria-describedby=\"caption-attachment-6361\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/150709-H31B.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-6361\" src=\"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/150709-H31B-300x224.jpg\" alt=\"O escritor mostra um dos seus livros para a professora Jussara Alexandre da equipe de Forma\u00e7\u00e3o\u00a0 Fotos: Madalena Angelo\" width=\"300\" height=\"224\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-6361\" class=\"wp-caption-text\">O escritor mostra um dos seus livros para a professora Jussara Alexandre da equipe de Forma\u00e7\u00e3o\u00a0<br \/>Fotos: Madalena Angelo<\/figcaption><\/figure>\n<p>Na busca de uma afirma\u00e7\u00e3o positiva que leve a aceita\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 das crian\u00e7as negras, mas da diversidade que h\u00e1 na sociedade e no \u00e2mbito escolar, os professores s\u00e3o orientados a trabalhar com literatura de escritores infanto-juvenis, como Renato Noguera, J\u00falio Em\u00edlio Br\u00e1s e Ana Maria Machado e outros.<br \/>\nRenato Noguera, que tamb\u00e9m \u00e9 professor de filosofia da Universidade Federal Rural do Estado do Rio de Janeiro, \u00e9 de uma fam\u00edlia de gri\u00f4s- contadores de hist\u00f3rias antigas-. Ele e equipe tem pesquisado formas audiovisuais de tratar a tem\u00e1tica incluindo personagens negros em aventuras divertidas, como \u201cTuca no Carimb\u00f3\u201d, \u201cKa ya Po\u201d, al\u00e9m dos livros \u201cEra uma vez no Egito\u201d e \u201cNana e Nilo\u201d.<br \/>\nMas tem um recurso passado de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o e que as crian\u00e7as n\u00e3o dispensam: a conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3ria. Ela ganhou um elemento colorido e divertido que s\u00e3o os tapetes de hist\u00f3rias com personagens dos livros.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em Nova Igua\u00e7u a educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o vem s\u00f3 de casa, mas tamb\u00e9m da escola. Pelo menos \u00e9 o que promete a Secretaria Municipal de Educa\u00e7\u00e3o, que est\u00e1 trabalhando a tem\u00e1tica racial ainda na educa\u00e7\u00e3o infantil. 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