{"id":84050,"date":"2018-07-11T20:52:40","date_gmt":"2018-07-11T23:52:40","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/?p=84050"},"modified":"2018-07-11T20:52:40","modified_gmt":"2018-07-11T23:52:40","slug":"a-arte-de-criar-se-a-si-mesmo-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/a-arte-de-criar-se-a-si-mesmo-2\/","title":{"rendered":"A ARTE DE CRIAR-SE A SI MESMO"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<p>* Carlos B. Gonz\u00e1lez Pecotche<\/p>\n<p>A Sabedoria Logos\u00f3fica quer que todas as obras de valores permanentes para a alma humana cheguem, sen\u00e3o \u00e0 perfei\u00e7\u00e3o \u2013 pois s\u00e3o muitas as defici\u00eancias que o ser humano tem -, pelo menos a um alto expoente de beleza; e quer, tamb\u00e9m, que cada um dos tra\u00e7os que apresente sejam naturais; que n\u00e3o exista nada de artificial ou posti\u00e7o. Eis a\u00ed o grande segredo.<br \/>\nPara realizar este grande objetivo, a Logosofia deveu plasmar nas mentes humanas uma nova concep\u00e7\u00e3o, tendo em conta o grau de abandono e insipi\u00eancia evidenciado na grande maioria dos seres humanos que povoam a Terra.<br \/>\nS\u00e3o muitos os seres que vivem em permanente descuido; e vivem assim porque n\u00e3o sabem cuidar de suas vidas. Com a palavra, por exemplo, podem fazer a si mesmos muito mal. Tomemos por exemplo quando o ser n\u00e3o \u00e9 capaz de respeitar suas pr\u00f3prias palavras: como pretender, ent\u00e3o, que os demais os respeitem? Assim \u00e9 como se chega, finalmente, a um problema cuja solu\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio abordar e alcan\u00e7ar.<br \/>\n\u00c9 costume geral pregar e dizer que n\u00e3o se deve mentir. Eis a\u00ed uma grande verdade: n\u00e3o se deve mentir. N\u00e3o obstante, quem diz a verdade experimenta muitas vezes amargas contrariedades, porque h\u00e1 verdades que doem, fazendo o semelhante reagir. Ent\u00e3o, o que se h\u00e1 de fazer? Muito simples: dizer a verdade oportunamente, nunca fora do tempo; e diz\u00ea-la para construir, n\u00e3o para ferir, como os que afirmam. \u201cEu sou muito franco\u201d, lan\u00e7ando imediatamente uma verdade que, com inten\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o, humilha ou envergonha o semelhante.<br \/>\nEssa \u00e9 uma verdade manchada e deixa, portanto, de ser verdade no instante exato em que se a pronuncia, por levar potencialmente o germe da viol\u00eancia como provam tantos epis\u00f3dios ingratos ocorridos por essa causa.<br \/>\nH\u00e1, tamb\u00e9m, mentiras piedosas, mentiras que consolam; s\u00e3o estas as \u00fanicas de g\u00eanero elevado, as \u00fanicas permitidas pela moral humana. Mas \u00e9 preciso ter um grande dom\u00ednio de si mesmo e ter muito em conta as palavras que se pronunciam, para n\u00e3o incorrer em lament\u00e1veis erros, pensando que esta ou aquela mentira ser\u00e3o inofensivas. Em todos os casos, sempre se dever\u00e1 ter muito presente o alcance de cada palavra, para poder medir suas conseq\u00fc\u00eancias. Da\u00ed que seja prefer\u00edvel sempre abster-se, se poss\u00edvel, de fazer manifesta\u00e7\u00f5es que contrariem a realidade que se revela nos meandros de cada verdade.<\/p>\n<p>* Autor da Logosofia &#8211; Carlos B. Gonz\u00e1lez Pecotche &#8211; Centro de Difus\u00e3o e Informa\u00e7\u00e3o de Nova Igua\u00e7u \u2013 CDIL NI<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>* Carlos B. 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