{"id":97987,"date":"2019-03-16T07:38:53","date_gmt":"2019-03-16T10:38:53","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/?p=97987"},"modified":"2019-03-16T07:38:53","modified_gmt":"2019-03-16T10:38:53","slug":"setor-de-telecomunicacoes-lidera-queixas-de-consumidores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/setor-de-telecomunicacoes-lidera-queixas-de-consumidores\/","title":{"rendered":"Setor de telecomunica\u00e7\u00f5es lidera queixas de consumidores"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<figure id=\"attachment_97988\" aria-describedby=\"caption-attachment-97988\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-97988 size-medium\" src=\"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/190315-H102-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/190315-H102-300x200.jpg 300w, https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/190315-H102.jpg 400w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-97988\" class=\"wp-caption-text\">Marcello Casal Jr.\/Ag\u00eancia Brasil<\/figcaption><\/figure>\n<p>As empresas de telecomunica\u00e7\u00f5es voltaram a liderar, em 2018, o\u00a0ranking\u00a0das companhias cujos servi\u00e7os mais provocaram reclama\u00e7\u00f5es de consumidores. Segundo dados da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica, 40% das 609.644 mil reclama\u00e7\u00f5es registradas no site consumidor.gov.br\u00a0s\u00e3o queixas contra o setor. J\u00e1 nos Procons, o percentual de contesta\u00e7\u00e3o contra o segmento atingiu 29%.<br \/>\nNo site administrado pela Senacon, entre os que mais recebem reclama\u00e7\u00f5es est\u00e3o bancos e financeiras (22%); empresas de gest\u00e3o de bancos de dados e cadastros de consumidores (10%); com\u00e9rcio eletr\u00f4nico (8,5%); transporte a\u00e9reo (4,7%); fabricantes de eletroeletr\u00f4nicos, produtos de telefonia e de inform\u00e1tica (2,5%); empresas de intermedia\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os (1,8%) e companhias de energia el\u00e9trica, g\u00e1s, \u00e1gua e esgoto (1,3%).<br \/>\nEntre junho de 2014, quando o site do consumidor foi lan\u00e7ado, e dezembro de 2018, foram registradas mais de 1,5 milh\u00e3o de reclama\u00e7\u00f5es. No mesmo per\u00edodo, mais de 1,1 milh\u00e3o de usu\u00e1rios e 478 empresas se cadastraram no site. Em m\u00e9dia, 81% das queixas apresentadas foram resolvidas \u2013 considerando apenas as operadoras de telecomunica\u00e7\u00f5es, este percentual sobe para 90%. No geral, o prazo m\u00e9dio para as companhias responderem aos consumidores insatisfeitos \u00e9 de 6,5 dias.<br \/>\nNo geral, os problemas mais comuns envolvem consulta, coleta e repasse de dados pessoais ou financeiros sem autoriza\u00e7\u00e3o dos consumidores; cobran\u00e7a indevida, incluindo a cobran\u00e7a por servi\u00e7os e produtos n\u00e3o adquiridos ou n\u00e3o informados previamente; demora na entrega de produtos; c\u00e1lculo de juros sobre saldos devedores; dificuldade para receber a devolu\u00e7\u00e3o de valores, dentre outros.<br \/>\nTelecomunica\u00e7\u00f5es<br \/>\nSegundo o secret\u00e1rio Nacional do Consumidor, Luciano Timm, o setor de telecomunica\u00e7\u00f5es ocupa o topo do ranking de reclama\u00e7\u00f5es desde a cria\u00e7\u00e3o do site, em 2014. Segundo Timm, a plataforma, p\u00fablica e gratuita, vem se tornando conhecida pouco a pouco, atraindo cada vez mais consumidores que optam pela praticidade de usar um computador com acesso \u00e0 rede mundial de computadores para registrar suas queixas sem precisar sair de casa ou do trabalho para ir pessoalmente a um Procon. S\u00f3 entre 2017 e 2018, o n\u00famero de reclama\u00e7\u00f5es registradas na plataforma aumentou cerca de 30% &#8211; ao passo que o percentual de resolu\u00e7\u00e3o de conflitos se manteve est\u00e1vel.<br \/>\nO principal objetivo do site, segundo Timm, \u00e9 proporcionar um canal de media\u00e7\u00e3o de conflitos entre consumidores insatisfeitos e fornecedores de bens e servi\u00e7os com o prop\u00f3sito de conseguir que as reclama\u00e7\u00f5es cheguem aos tribunais de Justi\u00e7a. \u201cVale a pena investir em solu\u00e7\u00f5es por outras vias que n\u00e3o a judicial\u201d, disse.<br \/>\nDe acordo com o secret\u00e1rio, a Senacon procura elaborar pol\u00edticas p\u00fablicas a partir dos dados recolhidos dos Procons de todo o pa\u00eds e da plataforma consumidor.gov.br. Em resposta a algumas das queixas mais comuns no ano passado, a secretaria deve enfatizar, neste ano, o est\u00edmulo \u00e0 regula\u00e7\u00e3o do\u00a0marketing\u00a0por telefone e do cr\u00e9dito consignado, al\u00e9m da atualiza\u00e7\u00e3o da\u00a0Lei do Servi\u00e7o de Atendimento ao Consumidor\u00a0.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As empresas de telecomunica\u00e7\u00f5es voltaram a liderar, em 2018, o\u00a0ranking\u00a0das companhias cujos servi\u00e7os mais provocaram reclama\u00e7\u00f5es de consumidores. Segundo dados da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica, 40% das 609.644 mil reclama\u00e7\u00f5es registradas no site consumidor.gov.br\u00a0s\u00e3o queixas contra o setor. 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