{"id":98419,"date":"2019-03-27T07:48:33","date_gmt":"2019-03-27T10:48:33","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/?p=98419"},"modified":"2019-03-27T07:48:33","modified_gmt":"2019-03-27T10:48:33","slug":"ong-diz-que-baia-de-guanabara-recebe-1-bilhao-litros-de-chorume-por-ano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/ong-diz-que-baia-de-guanabara-recebe-1-bilhao-litros-de-chorume-por-ano\/","title":{"rendered":"ONG diz que Ba\u00eda de Guanabara recebe  1 bilh\u00e3o litros de chorume por ano"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<figure id=\"attachment_98420\" aria-describedby=\"caption-attachment-98420\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-98420 size-medium\" src=\"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/190326-H100-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/190326-H100-300x200.jpg 300w, https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/190326-H100.jpg 400w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-98420\" class=\"wp-caption-text\">Mesmo polu\u00edda, Ba\u00eda de Guanabara \u00e9 fonte de renda para milhares de pescadores<br \/>(Arquivo\/T\u00e2nia R\u00eago\/Ag\u00eancia Brasil)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental informou que a Ba\u00eda de Guanabara recebe anualmente litros de chorume &#8211; l\u00edquido poluente de cor escura e mau cheiro, originado de processos biol\u00f3gicos, qu\u00edmicos e f\u00edsicos da decomposi\u00e7\u00e3o de res\u00edduos org\u00e2nicos.<\/p>\n<p>Segundo o Movimento Ba\u00eda Viva, 1 bilh\u00e3o de litros s\u00e3o despejados por ano nas \u00e1guas. O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) rebate e informa que s\u00e3o 310 milh\u00f5es de litros tratados.<\/p>\n<p>Em nota, enviada \u00e0 Ag\u00eancia Brasil, o Inea assegurou que fiscaliza os aterros sanit\u00e1rios licenciados e que est\u00e3o instalados no entorno da Ba\u00eda de Guanabara. \u201c[O instituto] n\u00e3o constatou vazamento de chorume recente\u201d, disse.<\/p>\n<p>O coordenador do Movimento Ba\u00eda Viva, S\u00e9rgio Ricardo, afirmou que o volume acumulado de chorume pelos aterros sanit\u00e1rios nas lagoas de estabiliza\u00e7\u00e3o est\u00e1 acima dos 310 milh\u00f5es de litros informados pelo Inea. \u201cS\u00f3 esse volume \u00e9 o que est\u00e1 acumulado em Gramacho\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Segundo a organiza\u00e7\u00e3o, os 500 milh\u00f5es de litros constam de dados do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal, sem contesta\u00e7\u00e3o do Inea.<br \/>\nDecis\u00e3o judicial dada em a\u00e7\u00e3o movida pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF) no ano passado determina que o monitoramento do chorume seja feito em todo o entorno de lix\u00e3o de Gramacho, do manguezal de onde os pescadores de caranguejos tiravam seu sustento, e tamb\u00e9m do rio Sarapu\u00ed. Atualmente, o monitoramento \u00e9 feito de apenas em um ponto, segundo o Movimento Ba\u00eda Viva.<\/p>\n<p>Minist\u00e9rio P\u00fablico entra com a\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>S\u00e9rgio Ricardo ressaltou que o vazamento de chorume na Ba\u00eda de Guanabara gerou a\u00e7\u00e3o impetrada este ano pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal de S\u00e3o Jo\u00e3o de Meriti. Segundo ele, a a\u00e7\u00e3o considera nulo o acordo entre Inea e a empresa G\u00e1s Verde, respons\u00e1vel pelo aterro de Gramacho, porque n\u00e3o incluiu a participa\u00e7\u00e3o dos pescadores da regi\u00e3o, que s\u00e3o os mais impactados pelo despejo de chorume.<\/p>\n<p>\u201cQuando o lix\u00e3o [de Gramacho] foi desativado em 2012, a licen\u00e7a deveria prever um cronograma para implanta\u00e7\u00e3o da esta\u00e7\u00e3o de tratamento de chorume. O tratamento n\u00e3o \u00e9 voc\u00ea acumular [chorume]. Essas lagoas ou tanques de chorume s\u00e3o a comprova\u00e7\u00e3o de que h\u00e1 um volume muito grande. Ent\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 vaz\u00e3o para tratar na esta\u00e7\u00e3o\u201d, disse o ecologista.<\/p>\n<p>Segundo S\u00e9rgio Ricardo, o \u00fanico aterro sanit\u00e1rio da regi\u00e3o que tem esta\u00e7\u00e3o de tratamento \u00e9 o de Adrian\u00f3polis, em Nova Igua\u00e7u, porque foi licenciado h\u00e1 20 anos e o \u00f3rg\u00e3o ambiental existente na \u00e9poca &#8211; a Funda\u00e7\u00e3o Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (Feema) &#8211; exigiu um cronograma de implanta\u00e7\u00e3o de esta\u00e7\u00e3o de tratamento do chorume.<\/p>\n<p>Outro lado<\/p>\n<p>Em nota enviada \u00e0 Ag\u00eancia Brasil, o Inea esclareceu que aterros sanit\u00e1rios possuem licenciamento ambiental e s\u00e3o estruturas executadas e operadas dentro de normas de engenharia e pelas legisla\u00e7\u00f5es vigentes.<br \/>\nQuando ocorre um vazamento em local licenciado, \u00e9 \u201cimediatamente identificado e s\u00e3o iniciados os processos administrativo e operacionais necess\u00e1rios para garantir a seguran\u00e7a ambiental\u201d, diz o comunicado.<\/p>\n<p>Segundo o Inea, o volume de chorume acumulado atualmente pelos aterros sanit\u00e1rios nas lagoas de estabiliza\u00e7\u00e3o \u201cpara tratamento\u201d alcan\u00e7a 310 mil metros c\u00fabicos, o equivalente a 310 milh\u00f5es de litros de chorume.<br \/>\nO Inea assegurou que fiscaliza os aterros sanit\u00e1rios licenciados e que est\u00e3o instalados no entorno da Ba\u00eda de Guanabara, \u201ce n\u00e3o constatou vazamento de chorume recente\u201d.<\/p>\n<p>O instituto disse efetuar opera\u00e7\u00f5es rotineiras n\u00e3o s\u00f3 para reprimir, como tamb\u00e9m interditar lix\u00f5es clandestinos situados \u00e0s margens da Ba\u00eda de Guanabara, a partir de um trabalho de intelig\u00eancia e de den\u00fancias, que podem ser feitas por meio da Ouvidoria do Inea (011- 2332-4604).<br \/>\nEm Jardim Gramacho, o Inea destacou que j\u00e1 multou a empresa G\u00e1s Verde por vazamento de chorume.<\/p>\n<figure id=\"attachment_98421\" aria-describedby=\"caption-attachment-98421\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-98421 size-medium\" src=\"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/190326-H101-300x199.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"199\" srcset=\"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/190326-H101-300x199.jpg 300w, https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/190326-H101.jpg 400w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-98421\" class=\"wp-caption-text\">Um dos principais cart\u00f5es postais do Rio, Ba\u00eda de Guanabara convive h\u00e1 anos com polui\u00e7\u00e3o<br \/>(Arquivo\/Ag\u00eancia Brasil)<\/figcaption><\/figure>\n<p>\u201cA licen\u00e7a ambiental da mesma encontra-se suspensa at\u00e9 que ela cumpra todas as condicionantes impostas no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), celebrado entre a empresa e o Inea. Pelo TAC, a empresa se comprometeu a investir R$ 9 milh\u00f5es em a\u00e7\u00f5es divididas em emergenciais, estudos ambientais de investiga\u00e7\u00e3o da qualidade do solo e da \u00e1gua subterr\u00e2nea, estudos geot\u00e9cnicos e interven\u00e7\u00f5es operacionais, dentre elas a execu\u00e7\u00e3o de melhorias na Esta\u00e7\u00e3o de Tratamento de Chorume\u201d, diz o texto.<\/p>\n<p>Justificativa<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m em nota, a empresa G\u00e1s Verde esclareceu que \u201cimplantou diversas estruturas e medidas para controlar o chorume no Aterro de Gramacho, n\u00e3o havendo evid\u00eancias de qualquer transbordo para o entorno\u201d.<br \/>\nA concession\u00e1ria efetua o processamento do biog\u00e1s gerado com o lixo acumulado no local e \u00e9 respons\u00e1vel ainda pela repara\u00e7\u00e3o ambiental, o que inclui o tratamento do chorume.<\/p>\n<p>\u201cA empresa presta contas ao Inea e sofre fiscaliza\u00e7\u00e3o cont\u00ednua do \u00f3rg\u00e3o ambiental do estado, com o qual firmou um Termo de Compromisso para adequa\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para a melhoria do controle ambiental do aterro\u201d, conclui a nota.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental informou que a Ba\u00eda de Guanabara recebe anualmente litros de chorume &#8211; l\u00edquido poluente de cor escura e mau cheiro, originado de processos biol\u00f3gicos, qu\u00edmicos e f\u00edsicos da decomposi\u00e7\u00e3o de res\u00edduos org\u00e2nicos. Segundo o Movimento Ba\u00eda Viva, 1 bilh\u00e3o de litros s\u00e3o despejados por ano nas \u00e1guas. O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) rebate e informa que s\u00e3o 310 milh\u00f5es de litros tratados. Em nota, enviada \u00e0 Ag\u00eancia Brasil, o Inea assegurou que fiscaliza os aterros sanit\u00e1rios licenciados e que est\u00e3o instalados no entorno da Ba\u00eda de Guanabara. \u201c[O instituto] n\u00e3o constatou vazamento de chorume recente\u201d, disse. O coordenador do Movimento Ba\u00eda Viva, S\u00e9rgio Ricardo, afirmou que o volume acumulado de chorume pelos aterros sanit\u00e1rios nas lagoas de estabiliza\u00e7\u00e3o est\u00e1 acima dos 310 milh\u00f5es de litros informados pelo Inea. \u201cS\u00f3 esse volume \u00e9 o que est\u00e1 acumulado em Gramacho\u201d, afirmou. Segundo a organiza\u00e7\u00e3o, os 500 milh\u00f5es de litros constam de dados do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal, sem contesta\u00e7\u00e3o do Inea. 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Segundo ele, a a\u00e7\u00e3o considera nulo o acordo entre Inea e a empresa G\u00e1s Verde, respons\u00e1vel pelo aterro de Gramacho, porque n\u00e3o incluiu a participa\u00e7\u00e3o dos pescadores da regi\u00e3o, que s\u00e3o os mais impactados pelo despejo de chorume. \u201cQuando o lix\u00e3o [de Gramacho] foi desativado em 2012, a licen\u00e7a deveria prever um cronograma para implanta\u00e7\u00e3o da esta\u00e7\u00e3o de tratamento de chorume. O tratamento n\u00e3o \u00e9 voc\u00ea acumular [chorume]. Essas lagoas ou tanques de chorume s\u00e3o a comprova\u00e7\u00e3o de que h\u00e1 um volume muito grande. Ent\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 vaz\u00e3o para tratar na esta\u00e7\u00e3o\u201d, disse o ecologista. Segundo S\u00e9rgio Ricardo, o \u00fanico aterro sanit\u00e1rio da regi\u00e3o que tem esta\u00e7\u00e3o de tratamento \u00e9 o de Adrian\u00f3polis, em Nova Igua\u00e7u, porque foi licenciado h\u00e1 20 anos e o \u00f3rg\u00e3o ambiental existente na \u00e9poca &#8211; a Funda\u00e7\u00e3o Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (Feema) &#8211; exigiu um cronograma de implanta\u00e7\u00e3o de esta\u00e7\u00e3o de tratamento do chorume. Outro lado Em nota enviada \u00e0 Ag\u00eancia Brasil, o Inea esclareceu que aterros sanit\u00e1rios possuem licenciamento ambiental e s\u00e3o estruturas executadas e operadas dentro de normas de engenharia e pelas legisla\u00e7\u00f5es vigentes. Quando ocorre um vazamento em local licenciado, \u00e9 \u201cimediatamente identificado e s\u00e3o iniciados os processos administrativo e operacionais necess\u00e1rios para garantir a seguran\u00e7a ambiental\u201d, diz o comunicado. Segundo o Inea, o volume de chorume acumulado atualmente pelos aterros sanit\u00e1rios nas lagoas de estabiliza\u00e7\u00e3o \u201cpara tratamento\u201d alcan\u00e7a 310 mil metros c\u00fabicos, o equivalente a 310 milh\u00f5es de litros de chorume. O Inea assegurou que fiscaliza os aterros sanit\u00e1rios licenciados e que est\u00e3o instalados no entorno da Ba\u00eda de Guanabara, \u201ce n\u00e3o constatou vazamento de chorume recente\u201d. O instituto disse efetuar opera\u00e7\u00f5es rotineiras n\u00e3o s\u00f3 para reprimir, como tamb\u00e9m interditar lix\u00f5es clandestinos situados \u00e0s margens da Ba\u00eda de Guanabara, a partir de um trabalho de intelig\u00eancia e de den\u00fancias, que podem ser feitas por meio da Ouvidoria do Inea (011- 2332-4604). Em Jardim Gramacho, o Inea destacou que j\u00e1 multou a empresa G\u00e1s Verde por vazamento de chorume. \u201cA licen\u00e7a ambiental da mesma encontra-se suspensa at\u00e9 que ela cumpra todas as condicionantes impostas no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), celebrado entre a empresa e o Inea. Pelo TAC, a empresa se comprometeu a investir R$ 9 milh\u00f5es em a\u00e7\u00f5es divididas em emergenciais, estudos ambientais de investiga\u00e7\u00e3o da qualidade do solo e da \u00e1gua subterr\u00e2nea, estudos geot\u00e9cnicos e interven\u00e7\u00f5es operacionais, dentre elas a execu\u00e7\u00e3o de melhorias na Esta\u00e7\u00e3o de Tratamento de Chorume\u201d, diz o texto. Justificativa Tamb\u00e9m em nota, a empresa G\u00e1s Verde esclareceu que \u201cimplantou diversas estruturas e medidas para controlar o chorume no Aterro de Gramacho, n\u00e3o havendo evid\u00eancias de qualquer transbordo para o entorno\u201d. A concession\u00e1ria efetua o processamento do biog\u00e1s gerado com o lixo acumulado no local e \u00e9 respons\u00e1vel ainda pela repara\u00e7\u00e3o ambiental, o que inclui o tratamento do chorume. \u201cA empresa presta contas ao Inea e sofre fiscaliza\u00e7\u00e3o cont\u00ednua do \u00f3rg\u00e3o ambiental do estado, com o qual firmou um Termo de Compromisso para adequa\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para a melhoria do controle ambiental do aterro\u201d, conclui a nota.<\/p>\n","protected":false},"author":21,"featured_media":98420,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","footnotes":""},"categories":[30,16,31],"tags":[],"class_list":["post-98419","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques","category-geral","category-principais"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/98419","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/21"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=98419"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/98419\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":98422,"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/98419\/revisions\/98422"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/98420"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=98419"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=98419"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalhoje.inf.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=98419"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}