
Quanto antes o contribuinte enviar a declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) de 2021, mais cedo vai receber a sua restituição, caso tenha direito. A Receita Federal realiza a devolução do dinheiro em uma ordem de b, e determina em qual deles o contribuinte será incluído baseado na data em que foi feita a prestação de contas.
No entanto, especialistas explicam que deixar para receber a restituição mais tarde pode ser uma boa ideia em alguns casos. Isto porque, antes de chegar ao contribuinte, o valor rende de acordo com a taxa Selic, que deve subir hoje pela primeira vez desde 2015. Atualmente, a taxa está na mínima histórica, de 2% ao ano.
Idosos, pessoas com deficiência ou doenças graves e professores já têm os primeiros lugares na fila da restituição garantidos. Pelas regras da Receita Federal, eles são os primeiros a receber o valor, independentemente de quando tenham enviado a declaração.
Entenda quando as restituições serão pagas e saiba como não enfrentar problemas na hora de receber o dinheiro de volta.
Datas da restituição
Desde 2020, a Receita Federal reduziu de sete para cinco os lotes de restituição do Imposto de Renda. Eles começam a ser liberados no fim de maio e vão até o fim de setembro. Confira as datas de pagamento deste ano:
- 1º lote: 31 de maio
- 2º lote: 30 de junho
- 3º lote: 30 de julho
- 4º lote: 31 de agosto
- 5º lote: 30 de setembro
Se o contribuinte tiver direito à restituição, o sistema da Receita indicará ao fim do preenchimento da declaração. Basta incluir seus dados bancários para receber a restituição.
Uma das novidades da declaração do IR 2021 é que, além de contas tradicionais como corrente e poupança, agora o declarante pode incluir uma conta digital de fintechs, como Nubank e Picpay, para receber o dinheiro.
















