
O técnico Muricy Ramalho comandou trabalho técnico-tático na manhã de ontem, no CT George Helal, em Vargem Grande, e começou a dar sinais da escalação que pretende utilizar no confronto deste sábado (9), às 16h, diante do Boavista, no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, pela penúltima rodada da Taça Guanabara, segunda fase do Cariocão.
O treinador contou com o retorno do meia argentino Federico Mancuello, que trabalhou entre os titulares, e manteve o esquema 4-4-2, utilizado a maior parte do tempo no empate por 2 a 2 com o Botafogo, no fim de semana.
Afastado dos gramados desde 28 de fevereiro, por conta de uma lesão no joelho direito, Mancuello trabalhou com desenvoltura e não reclamou de dores. Ele já vinha fazendo bem o período de transição entre o departamento médico e a preparação física. O jogador treinou na vaga de Ederson, que compôs a equipe de reservas. Alan Patrick foi mantido na equipe principal, com o ataque sendo composto por Marcelo Cirino e Paolo Guerrero.
A lateral esquerda na atividade ficou a cargo do meia Chiquinho, que joga de maneira improvisada no setor. Dono da posição, Jorge deu apenas voltas ao redor do gramado. O atleta deu um susto no treino de segunda-feira ao desmaiar e ficar desacordado após receber uma cotovelada involuntária do lateral-direito Pará. Levado para uma clínica, o jogador passou por uma bateria de exames e foi liberado.

Foto: Raffa Tamburini/Divulgação
Jorge mostrou muitos sorrisos e correu sem problemas. Ao passar por alguns companheiros brincava perguntando se os mesmos tinham pensado que ele “havia morrido”. O jogador deverá ter condições de enfrentar o Boavista.
Pelo que Muricy Ramalho apresentou na atividade, o Flamengo deverá ir a campo diante do Boavista com a seguinte escalação: Paulo Victor, Rodinei, Wallace, Juan e Chiquinho; Gustavo Cuéllar, Willian Arão, Federico Mancuello e Alan Patrick; Marcelo Cirino e Paolo Guerrero.
Na manhã desta quinta-feira o elenco treinará na parte da manhã. Flamengo e Boavista estão empatados com seis pontos conquistados cada um e ambos estão fora da zona de classificação para as semifinais, o que torna o confronto de suma importância para ambos.
Luís Henrique: goleiro do Mecão
promete dar o sangue em campo

Foto: Gilvan de Souza/Divulgação
Dois jogos decidem a vida do America na Série A do Cariocão. Com quatro pontos conquistados e ocupando a penúltima colocação do Grupo D, o Rubro necessita de bons resultados nestes compromissos para se manter na Primeira Divisão. O primeiro deles acontecerá neste domingo (10), no Estádio Giulite Coutinho, e o adversário será a Portuguesa. Prevendo mais uma decisão entre os clubes – que foram os finalistas da Série B de 2015 -, Luís Henrique disse que não faltará comprometimento do plantel americano, que usará todos os seus artifícios para obter o triunfo em Mesquita.
“Vai ser mais uma decisão. Sempre tivemos êxito contra eles porque a gente sempre respeitou a Portuguesa. Agora não vai ser diferente, vamos respeitá-los, mas vamos jogar para vencer. Se for preciso daremos o sangue para vencermos a Portuguesa. Precisamos do resultado, assim como eles, e os números vão ficar de fora. O que vai entrar em campo é a nossa vida profissional, o nosso sentimento pelo America, pelo presidente e pela torcida. É isso que vai entrar em campo domingo, que vai nos ajudar”, comentou.
O goleiro ainda fez um apelo aos torcedores. Para superar o momento mais difícil pelo qual passou nestas três temporadas, Luís Henrique espera a união de todas as esferas envolvidas com o Rubro. Principalmente, o apoio da nação americana no domingo (10), que será fundamental para o triunfo. “Quanto a torcida, esperamos o apoio incondicional deles. Os torcedores do America vão ser muito importantes nessa hora e vão ajudar muito para que possamos sair desse momento difícil. Para mim, que tive a possibilidade de sentir a emoção de ter meu nome gritado por essa torcida nesses dois jogos, só aumenta a vontade de dar mais e mais a cada dia e tentar tirar o time dessa situação. Por isso ressalto, é hora de darmos as mãos, todos pelo America. Funcionários, Diretoria e torcida. Porque dentro de campo nós jogadores suaremos sangue pelo Mecão”, prometeu.
Por Jota Carvalho
















