*Jorge Gama
No último dia 30 de abril — o Dia da Baixada —, seu melhor presente foi a inauguração do primeiro Museu de Arqueologia e Etnologia do Estado do Rio de Janeiro, situado numa região onde o peso da história o torna especial.
Foi a Secretaria Municipal de Cultura de Nova Iguaçu que pesquisou a história, escavou a região e encontrou a motivação para construir, reverenciando o conhecimento comprovado, a ciência e a técnica, um monumento à memória de nossos povos.
A trajetória de nossa região, agora, com a construção do Museu, pode ser trazida aos nossos dias com um olhar definitivo sobre a importância de sua história e suas conquistas relevantes e únicas.
O dia 30 de abril surpreendeu a todos os que compareceram ao ato histórico de inauguração do Museu. O clima de alegria coletiva era de um brilho especial. O encontro com o passado distante, naquele momento, foi celebrado com todo entusiasmo e admiração diante daquela obra imponente e, ao mesmo tempo, austera, que já trazia em si uma ousadia que somente os visionários conhecem.
Agora sabemos que as imagens do 30 de abril já se perpetuaram no imaginário da população e sua força tende a impulsionar essa conquista em direção ao renascimento de uma vila com toda sua pujança.
O turismo cultural hoje é uma realidade e uma atividade econômica sustentável. O Museu, já inaugurado, certamente atrairá investidores privados interessados em prosseguir nessa jornada, dotando a região dos equipamentos complementares de um projeto já existente, onde o maior risco já está superado com a construção, instalação e funcionamento do primeiro Museu de Arqueologia e Etnologia do Estado do Rio de Janeiro, planejado nas proximidades de Tinguá.
Com o zoneamento e o projeto de ocupação complementar da Secretaria de Cultura, com um desenho financeiro adequado onde o investidor se sinta seguro, num breve espaço de tempo teremos o maior polo turístico-cultural da região metropolitana.
Ao criar um novo tipo de turismo baseado na cultura, na história e na memória, Nova Iguaçu reforça sua posição de capital cultural da Baixada Fluminense.
JORGE GAMA – Advogado e ex-Deputado Federal

















