A Ford anunciou o nome da sua nova picape elétrica média que chegará ao mercado norte-americano no começo de 2027: Fathom. A palavra, em inglês, tem como significado mais comum uma unidade usada para medir a profundidade da água e foi escolhida para reforçar o conceito do veículo – veja o vídeo.
“Desde a engenharia até o nome, o projeto do primeiro veículo construído com a nova Plataforma Universal de Veículos Elétricos da Ford teve origem na compreensão profunda da pessoa que vai dirigi-lo. O seu dia a dia, os seus desafios, os seus objetivos e também o seu bolso”, explica Kay Hart, gerente geral da Ford Model e, divisão de veículos elétricos da marca.
Segundo ela, as motivações desse proprietário são um pouco diferentes das do cliente tradicional de picapes. “Mais do que soar bem, o seu nome precisava capturar uma mentalidade, tirando o foco das características técnicas para um espírito de adaptabilidade”, diz.
Junto com o nome, a Ford anunciou também o preço da nova picape, que partirá de US$28.350 com bateria de autonomia padrão para competir no segmento de veículos elétricos de entrada. Este, porém, é apenas um dos seus atrativos.
Além de oferecer mais espaço para os passageiros que uma Toyota RAV4, a Fathom terá tela grande de alta resolução, capacidade de energia bidirecional, chave digital e flexibilidade de carga na caçamba e no bagageiro sob o capô. A cabine leva cinco adultos com conforto tanto no uso diário como em viagens de fim de semana.
Ela é repleta de equipamentos e suas tecnologias incluem sistema de direção autônoma Blue Cruise integrado com o novo Apple Maps, além de compatibilidade com Apple CarPlay e Android Auto.
Personalidade
É prática comum na indústria automotiva nomear os veículos com códigos de letras e números para indicar a versão, motor e outras especificações. A Ford F-150 é um bom exemplo.
“Nesta picape, desde o início nos comprometemos a fazer as coisas de forma diferente. Isso está no seu DNA. Quisemos escolher um nome para dar personalidade ao veículo, uma alma, e torná-lo um personagem na vida do nosso cliente”, diz Kay Hart.
Essa filosofia guiou a jornada de nove meses de busca do nome. Fathom se destacou por ajudar a comunicar que há mais no produto do que os olhos veem.
“Antes de significar profundidade, Fathom descrevia a extensão dos braços abertos de uma pessoa, aproximadamente um metro e oitenta. Os marinheiros usavam essa medida para calcular águas cujo fundo não conseguiam ver. Depois, a palavra passou a significar algo completamente diferente: compreender algo por completo”, detalha Kay Hart.
Lista de corte
Para chegar ao nome Fathom a equipe começou com uma longa lista. Primeiro, vasculhou os arquivos da Ford, analisando como a empresa nomeia veículos há mais de um século, do Galaxie e Taurus ao seu primeiro modelo a unir carro e picape, a Ranchero. Cada opção trazia uma implicação específica, que talvez não se encaixasse na nova picape elétrica.
“O que comunica profundidade além da superfície? Como comunicamos a sensação emocional de um veículo que é mais do que parece ser?”, destaca Kay Hart. “Dois redatores da Ford chegaram separadamente ao nome Fathom. Mas não foi uma decisão imediata. Ele ficou guardado em um arquivo com centenas de outras opções.”
Conforme os nomes concorrentes eram eliminados, Fathom sobreviveu a todos os cortes até chegar à lista final, destacando-se como a escolha principal entre os grupos focais.
“Construímos a nova picape elétrica para uma pessoa que passamos anos conhecendo. Quando os clientes começarem a explorar a tecnologia e o design da Fathom, a conexão entre o nome, o produto e o motorista se tornará clara”, completa.
Fonte: Imprensa Ford

















