Fotógrafo de Nova Iguaçu tem imagem da Lua reconhecida pela Agência Espacial Brasileira

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Com um clique de rara precisão e beleza, o céu da Baixada Fluminense ganhou os holofotes da ciência nacional através das lentes do fotógrafo Luiz Felipe Regaço, de 29 anos. Nesta semana, uma impressionante e complexa fotografia astronômica capturada pelo artista foi escolhida como a prestigiada “Imagem da Semana” pela Agência Espacial Brasileira (AEB) — a autarquia máxima de ciência aeroespacial do país e nossa equivalente nacional à NASA.

A obra, registrada em 10 de julho de 2025 no município de Nova Iguaçu, exibe de forma espetacular a “Lua do Veado” — como é popularmente conhecida a Lua Cheia de julho. Em sua plataforma oficial, a própria agência explicou o significado cultural da imagem: “Uma tradição associada às comunidades indígenas da América do Norte, que relacionavam o período ao crescimento dos novos chifres dos veados”.

O destaque concedido pela principal instituição espacial do país evidencia a grandiosidade do trabalho de Regaço. Capturar a superfície lunar com tamanha nitidez, superando as intensas interferências visuais e a poluição luminosa do cenário urbano, exige precisão absoluta. O rigor de estar no lugar certo, com o enquadramento exato e na fração de tempo perfeita, resultou em uma imagem que prova que a Baixada Fluminense possui talentos capazes de cooperar no mais alto nível com a astronomia nacional.

 A validação da agência espacial confirma a excelência de um trabalho que já vinha chamando a atenção de grandes marcas. Há exato um ano, o talento do fotógrafo rompeu fronteiras quando um registro seu da Lua em Quarto Crescente foi selecionado para o feed oficial da Sony Alpha da América Latina no Instagram. Ao longo dos anos, seu olhar apurado também atraiu a atenção de marcas como Motorola Brasil, Google e Caixa Econômica Federal, que compartilharam suas fotografias em seus perfis oficiais.  

Com esse reconhecimento histórico da nossa agência espacial, Luiz Felipe entrega à região uma conquista memorável. Mais do que um espetáculo visual, a obra consagra a Baixada Fluminense no mapa da astrofotografia nacional, provando que o domínio técnico de um artista é capaz de romper as barreiras do cenário urbano e conectar a região diretamente à imensidão do cosmos. 

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