
A necessidade de unir forças em busca de caminhos que possam trazer soluções para o enfrentamento das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti é um dos temas do 2° Seminário de Dengue, Chikungunya e Zika, promovido pela Fiocruz. O encontro aconteceu na semana passada e contou com a parceria da Secretaria de Saúde, do Ministério da Saúde, da Organização Pan-Americana de Saúde e do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Estado do Rio de Janeiro (Cosems).
“Estamos trabalhando em conjunto para vencer as doenças transmitidas pelo Aedes, produzindo um protocolo único para o tratamento das doenças, especialmente a chikungunya. Este seminário é fundamental porque além de abordar as terapias, vai focar no controle ao vetor. Só conseguiremos vencer esta batalha com o engajamento de toda a população”, disse o secretário de Saúde, Luiz Antônio Teixeira Jr.
O encontro também debateu como a situação epidemiológica do vírus chikungunya nas Américas, no Brasil e no Estado do Rio de Janeiro, os desafios da tríplice epidemia na atenção à saúde e os avanços e desafios no diagnóstico laboratorial das doenças.
O subsecretário de Vigilância em Saúde, Alexandre Chieppe, fez parte de uma das mesas e apresentou a situação epidemiológica da chikungunya no Estado do Rio. De 1º de janeiro até 16 de novembro de 2016, 15.149 pessoas contraíram a doença no Estado, segundo as notificações dos municípios.
“O chikungunya é um vírus novo, por isso, a maior parte da população está suscetível a doença. Estamos reforçando essa campanha de mobilização para que os moradores intensifiquem a fiscalização de novos criadouros e ao mesmo tempo estamos buscando agregar novas tecnologias para evitar a proliferação do vetor”, reforçou Alexandre Chieppe.
















