O Disque-Denúncia (21 2253-1177) lançou, na madrugada desta quarta-feira, (12) um cartaz que oferece recompensa de R$ 1 mil por informações que ajudem na identificação e localização do principal suspeito de envolvimento na morte do menino Bryan Eduardo Mercês, de 6 anos. A criança morreu na madrugada do último domingo, após ser baleado durante uma briga de trânsito, na Estrada do Campinho, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. Segundo a família da vítima, depois de uma “fechada”, um homem emparelhou o carro com o dos pais de Bryan e abriu fogo contra o veículo.
Um dos disparos atravessou o corpo da vítima e atingiu a perna de sua irmã, de apenas 3 anos. A mãe e a tia de Bryan, que também estavam no automóvel, nada sofreram. As duas crianças foram encaminhadas, em um primeiro momento, para o Hospital estadual Rocha Faria, em Campo Grande. Bryan chegou a ser operado e transferido para a UTI do Hospital estadual Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiu. A irmã está fora de perigo e já teve alta.
Encarregada das investigações, a Divisão de Homicídios (DH), assim como agentes da 35ª DP (Campo Grande), vem realizando diligências em busca de testemunhas que possam ter flagrado o crime. A polícia também procura imagens de câmeras de segurança da região que possam auxiliar na resolução do caso. Nesta terça-feira, após o enterro de Bryan, a mãe do menino, Flávia Riccielli, de 23 anos, fez um apelo a uma mulher que estava no carro junto com o homem que efetuou os disparos.
“Só peço que, se essa mulher que estava com ele for mãe, entenda a minha dor. Denuncie, por favor. Ela é minha única esperança. Meu filho foi meu herói, foi nosso escudo, salvou a família toda”, disse Flávia, muito emocionada.
Quem possuir informações pode entrar em contato pelos seguintes canais: Whatsapp ou Telegram do Portal dos Procurados: (21) 98849-6099; pela mesa de atendimento do Disque-Denúncia: (21) 2253-1177; por mensagem via Facebook, no endereço https://www.facebook.com/procurados.org/; ou, ainda, pelo aplicativo Disque-Denúncia Rio. O anonimato é sempre inteiramente garantido.
Até a noite desta terça-feira, de acordo com os responsáveis pelo serviço, três contatos já haviam sido feitos com possíveis informações sobre o assassinato de Bryan. Todo o conteúdo recebido é repassado diretamente à DH.
















