
O vazamento da informação de que a diretoria do Fluminense se reuniu com Assis, empresário e irmão de Ronaldinho Gaúcho, e que se aproximou do acerto com o jogador irritou o presidente Peter Siemsen. O dirigente pretendia tratar o assunto com cautela, sem criar expectativas na torcida. Como isso acabou não acontecendo, o dirigente decidiu adotar a postura de não mostrar empolgação sobre o tema.
Peter entende que Ronaldinho Gaúcho pode ser muito útil ao Fluminense. Porém, o dirigente garante que o clube só vai dar esse passo se conseguir arcar com as consequências de um investimento desse porte.
“Existem momentos em que precisamos deixar o freio e sermos ousados quando boas oportunidades para reforçar o plantel aparecem. Porém, aqui fazemos tudo com responsabilidade e só vamos dar esse passo se tivermos a certeza de que vamos conseguir arcar com o que acontecer, dando certo ou dando errado”, disse o mandatário tricolor.
O assunto, porém, já virou rotina dentro do clube e até o técnico Enderson Moreira se posicionou sobre a chegada do jogador. O treinador entende que é necessário mesclar experiência com as promessas que estão sendo promovidas das categorias de base. “A gente tem essa expectativa, sim. É um grande jogador, extraordinário e fora de série. Muito carismático e tem um controle com a bola que pouquíssimos jogadores em toda a história do mundo têm. Estamos diante de um projeto que eu, pessoalmente, acredito muito. Queremos mesclar jogadores mais jovens e mais experientes. Por isso, além da molecada de Xerém, precisamos de jogadores mais rodados”, afirmou Enderson.
















