Taça Cochlear será no dia 10 de junho para pessoas com deficiência auditiva

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Futebol é sinônimo de paixão nacional, mas, também uma grande oportunidade de inclusão social. Pensando nisso, no próximo dia 10 de junho, a partir das 09h, quem tem algum tipo de perda auditiva ou convive com pessoas que tenham a condição, terá uma chance de se divertir e saber mais sobre as tecnologias disponíveis para auxiliar na melhoria da audição. A 2ª Taça Cochlear de Futebol, evento 100% gratuito promovido pela Cochlear, com o apoio da empresa representante oficial em Brasília, Opimed Saúde, também é uma ótima opção para a família curtir um programa diferente e já entrar no clima futebolístico, a poucos dias do início da Copa do Mundo.
Haverá um jogo oficial entre usuários de implantes auditivos e possíveis candidatos a implante em clima de alegria e descontração, no estádio Mané Garrincha. A ideia do projeto veio a partir da necessidade de levar qualidade de vida às pessoas que sofrem com alguma deficiência auditiva, já que é um problema de saúde pública.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, no mundo, 360 mil de pessoas tem perda de audição, sendo 238 milhões de adultos e 32 milhões de crianças. Um dado alarmante mostra ainda que há expectativa de que em 2050 este número saltará para 900 mil. Neste sentido, o fato de não abordar os problemas auditivos custa aos países por volta de US$ 750 bilhões por ano em custos diretos de saúde e perda de produtividade. A escolha de Brasília para esta segunda edição do projeto não foi à toa.
Segundo Bruna Brainer, coordenadora de fonoaudiologia da Opimed – Brasília, a escolha das sedes tem o intuito de promover a informação sobre a melhor maneira terapêutica de lidar com a Deficiência Auditiva. “Com o crescimento de pessoas que usam e que se interessam pela tecnologia na cidade, já temos mais de 200 implantados no DF, vimos que o evento é uma ótima forma para integrarmos os dois mundos: pessoas que já se adaptaram à tecnologia dos implantes e aquelas que sentem interesse em melhorar de vida ou mesmo aquelas que têm pouca informação sobre o assunto e querem ter mais informações”, explica Bruna Brainer.

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