Grand Prix Internacional de Boxe de 2026 aconteceu na Vila Olímpica Municipal, entre quinta-feira e sábado, e reuniu 60 atletas em 40 lutas – Mesquita sediou, entre os dias 28 e 30 de maio, o Grand Prix Internacional de Boxe 2026. O evento reuniu atletas de sete países da América Latina, sendo eles: Argentina, Bonaire, Brasil, Colômbia, Equador, México e Peru. Foram 60 atletas envolvidos, que protagonizaram 40 lutas no ringue montado na quadra da Vila Olímpica Municipal, no Cosmorama. Organizado pela Federação Brasileira de Boxe, o torneio teve o apoio da Subsecretaria Municipal de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo, que marcou presença com três integrantes do Mesquita Boxe Team nas disputas.
“É a primeira vez na história da Baixada que acontece um evento internacional de boxe sediado aqui em Mesquita. Para nós, é a culminância de todo o nosso esforço no esporte, especialmente no boxe. Somos uma cidade com cerca de 700 atletas e 9.000 praticantes de atividades de esporte e cultura na cidade”, valorizou o subsecretário municipal da pasta, Kleber Rodrigues. “É uma satisfação imensa estar em Mesquita com um campeonato de tamanha envergadura”, enalteceu o vice-presidente da Associação Sul-Americana de Boxe, o árbitro internacional Jones Kennedy do Rosário.
Do total de lutas, cinco ocorreram na quinta-feira (28/05); oito, na sexta-feira (29/05); e 27 no sábado (30/05). O campeonato teve Marcos Vinícius, atleta do Mesquita Boxe Team, eleito o Melhor Atleta; Bete Tavares, escolhida na categoria Melhor Árbitro; e Sandro Alves, o vencedor na categoria Melhor Juiz. Foram distribuídos diversos prêmios na competição: 40 medalhas, quatro cinturões em lutas de amadores e três profissionais, quatro troféus e sete prêmios, sendo quatro deles de Honra ao Mérito. Também houve brindes para os atletas, como luvas e copos térmicos personalizados.
Para o subsecretário municipal de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo de Mesquita, não há espaço para dúvidas sobre o potencial do município nas competições mundo afora. E o prestígio de receber um evento desse porte comprova isso. “Estruturamos um trabalho que passa à frente de qualquer coisa feita na Baixada Fluminense. Não é marra e nem arrogância; é a constatação de um fato! Não existe na história da Baixada uma participação tão perene no esporte como a que Mesquita tem desde 2017”, desafia. – Foto: Julia Jordão

















