Grupo participou de oficina de palhaçaria e se prepara para cantar e tocar instrumentos no espetáculo “Como é que é?” – A Cia Aurora Enraizada, que surgiu dentro do Espaço Cultural Villelarte, em Nova Iguaçu, foi uma das poucas companhias da Baixada Fluminense selecionadas pelo edital SESI Mosaico deste ano, na categoria Montagem Teatral, com o espetáculo infantojuvenil “Como é que é?”.



Já na fase de preparação da peça, os seis atores participaram, no fim de maio, de um workshop de palhaçaria com Jessé Cabral, o palhaço Ambroxol.
“Esse foi o nosso pontapé inicial. Fizemos um workshop de introdução à palhaçaria. Mais adiante, o grupo vai avaliar se haverá necessidade de novas oficinas ou mesmo da contratação de um diretor de palhaçaria. A direção geral é de Felipe Villela, figurino, cenografia e maquiagem serão de Lili Pardini, e a direção musical ficará a cargo de Juliana Lacerda”, contou Luisa Mayão, produtora e uma das atrizes do espetáculo.
Além de Luisa, o elenco que conta com Bruna Ponciano, Felipe Villela, Fernanda Cunha, Lucas Cruz e Milla Villela, terá o desafio de cantar, tocar instrumentos e utilizar recursos da linguagem cênica milenar da palhaçaria, focada no humor, na ingenuidade e na interação com o público.
“Teremos a doutora Nise da Silveira, psiquiatra que criou o Museu do Inconsciente e tratou seus pacientes por meio das artes plásticas, como uma das narradoras do espetáculo. Queremos mostrar como a arte sempre foi uma aliada da ciência”, explicou Felipe Villela, diretor e autor da dramaturgia da peça.
A produção conta ainda com Lili Pardini na direção de arte e Luísa Mayão na produção geral. Junto com o elenco, elas pretendem evidenciar, por meio da encenação, a importância da ciência e dos cientistas para a vida humana.
A apresentação acontecerá no SESI Duque de Caxias, no dia 9 de outubro, às 15h. Há também a previsão de que “Como é que é?” seja encenado no Futuro — antigo Oi Futuro —, no bairro do Flamengo.
Cia Aurora Enraizada
“Aurora seria o nome que daríamos ao nosso segundo filho caso tivéssemos uma menina. Veio o Gael, mas o nome Aurora permaneceu em nossa memória e na de nossos colaboradores. Quando surgiu a companhia, surgiu também a ideia de chamá-la Aurora. E ‘Enraizada’ porque sua raiz está no Espaço Cultural Villelarte”, recordou Lili Pardini.

















