Cedae amplia geração de energia solar e reduz CO² na Reserva Biológica do Tinguá

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Companhia investe R$ 61,8 mil em novos painéis fotovoltaicos e reforça compromisso com a sustentabilidade – A Cedae ampliará a geração de energia limpa nos subsistemas Tinguá e Xerém, dois dos cinco que compõem o Sistema Acari. Três novos sistemas de energia fotovoltaica (solar) serão instalados nas duas unidades, no interior da Reserva Biológica do Tinguá (Rebio Tinguá). Com investimento de R$ 61,8 mil, os sistemas vão se somar aos cinco já em operação desde 2023, reunindo um total de 32 painéis solares, fortalecendo a eficiência energética da unidade e reduzindo impactos ambientais em uma das mais importantes áreas de preservação do estado.

Por ser uma reserva biológica (Rebio Tinguá), existem áreas sem linhas de transmissão de energia, o que obriga a Companhia a utilizar geradores a diesel. Com os painéis, vamos reduzir o uso dos geradores, diminuindo a poluição sonora causada pelos equipamentos, que prejudica a fauna, e evitando a liberação de 18 toneladas por ano de CO² (dióxido de carbono ou ‘gás carbônico’) na atmosfera – disse o diretor de Saneamento e Grande Operação da Cedae, José Ricardo de Brito.

Com os oito sistemas em funcionamento, a expectativa é que cerca de 35% da energia consumida pelos subsistemas seja gerada por fonte solar – quase o dobro dos atuais 18% – aumentando a eficiência operacional das unidades. A medida permitirá diminuir a utilização de diesel para abastecer os geradores, o que vai representar economia de quase R$ 60 mil por ano.

A iniciativa integra as ações da Cedae voltadas à adoção de soluções sustentáveis e à redução da pegada ambiental de suas operações, alinhando a produção de água para a população à conservação dos recursos naturais.

Modernização

A mudança da matriz energética das UTs é parte da modernização do Sistema Acari, que vai ganhar quatro novas estações de tratamento (ETAs): as ETAs Xerém, em Duque de Caxias; e São Pedro, Rio D’Ouro e Tinguá, em Nova Iguaçu. As novas unidades serão as primeiras do Estado do Rio de Janeiro com tecnologias de ultrafiltração (Rio D’Ouro e Xerém) e microfiltração (São Pedro e Tinguá). A ETA São Pedro está em fase de testes, e as demais, em construção, com previsão de inauguração até 2027. – Crédito da foto: Luis Alvarenga

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