Educação de Mesquita lança campanha Maio Laranja

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Ao longo do mês, as escolas do município promoveram ações de conscientização específicas ao combate à pedofilia – Educar, conscientizar e proteger. Nessas três palavras, encontra-se a essência do Maio Laranja, campanha nacional realizada anualmente para despertar a atenção coletiva para a gravidade do abuso sexual infantil. Em Mesquita, ao longo do mês, as escolas públicas da rede municipal realizaram ações voltadas à conscientização sobre esse tema entre estudantes e responsáveis.

“Acreditamos que é por meio da Educação Infantil, com linguagem envolvente e envolvente, que podemos plantar as sensações do respeito, da proteção e da consciência desde os primeiros anos de vida” , expõe Jully Hana Soares, coordenadora pedagógica da Escola Municipal de Educação Infantil Vereador Nilo Dias Teixeira, localizada na Chatuba, cuja proposta de abordagem para essa temática aborda a realização de um teatro de fantoches no dia 22. Durante o espetáculo, estudantes do berçário I, berçário II, infantil II e infantil III puderam aprender sobre métodos e práticas de combate ao abuso sexual infantil de maneira lúdica.

Anteriormente, no dia 20, houve uma vez em que seus responsáveis participaram de uma roda de conversa com o mesmo tema, onde foi aberto um espaço sensível e acolhedor para escuta e troca de informações. Logo após, eles receberam um kit composto por acessórios educativos, que facilitam o diálogo sobre o corpo e o respeito aos limites do toque com as crianças.

Já no dia 26, alunos do 6° ao 9° ano da Escola Municipal Rotariano Arthur Silva, localizada no Centro, assistiram a uma palestra conduzida pela orientadara pedagógica Danielle Sarmento. Por meio de dinâmicas interativas, o seminário buscou desmistificar mitos e verdades sobre o abuso sexual de crianças e adolescentes.
“ Acredito que a desmistificação do abuso infantil precisa acontecer em todos os aspectos e ambientes. A escola é um local propício para educar os jovens a respeito dessa temática. Não apenas como profissional da educação, mas também como mãe, reconheço a importância de debatermos o assunto e darmos voz a essas demandas sociais, que não devem ser banalizadas ”, declarou Danielle, que é mãe de dois adolescentes. Fotos: Luan de Brito

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