Escolas ganham cara nova com reforma e ampliação

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A E. M. Alice Couto conta com novas salas de educação infantil, midiateca, além de quadra poliesportiva e vestiários Foto: Alziro Xavier
A E. M. Alice Couto conta com novas salas de educação infantil, midiateca, além de quadra poliesportiva e vestiários
Foto: Alziro Xavier

A educação é a chave que abre as portas para um futuro promissor. Pensando em oferecer ensino com mais qualidade, cidades da Baixada Fluminense estão investindo na construção e reforma das escolas para que os alunos da rede municipal tenham mais conforto e condições de estudar em um ambiente favorável ao desenvolvimento intelectual. Em Nova Iguaçu, foi inaugurada ontem a Escola Municipal Alice Couto, no bairro Caioaba. Já em Japeri, a prefeitura está investindo na reforma e ampliação da E. M. João XXIII, no Centro.
Totalmente restaurada após 15 anos, a E. M. Alice Couto tem 415 alunos e agora conta com duas salas de educação infantil, midiateca, quadra poliesportiva coberta, vestiários masculino e feminino, sanitário adaptado para pessoas com mobilidade reduzida e outras melhorias. Para a reforma geral foram necessários investimento de cerca de R$ 970 mil.
O prefeito Nelson Bornier participou da cerimônia de inauguração e aproveitou para garantir que cumprirá com o compromisso de pagar o 13º salário em dezembro, apesar das dificuldades da falta de repasses do governo federal.
“Estamos reformando e construindo escolas com recursos próprios. Se dependêssemos do governo federal não faríamos nada”, disse o prefeito. Ele contou ainda, que até o próximo ano a Rede Municipal de ensino chegará perto de 150 unidades escolares.
De acordo com a secretária de Obras e Serviços Públicos, Carla Neves, o investimento do governo em obras de infraestrutura na educação representará mais de 100 novas salas de aulas e o acréscimo de quatro mil novos alunos. A próxima unidade a ser reinaugurada é a Escola Municipal Hebert Moses.
Ela contou ainda, que além das 30 escolas que estão em reforma geral ou sendo ampliadas, outras 20 estão passando por revisão da parte elétrica. “A maioria das escolas é muito antiga e precisam de revisão e aumento de carga para no futuro poderem receber ar condicionado”, explicou Carla.

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