Atividades incluem “revisão de produtos doutrinários e literários” – O Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o general Mário Fernandes, condenado pela Corte, a trabalhar no Comando Militar do Planalto, em serviços como a revisão de produtos doutrinários e literários utilizados pelos militares. 
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Fernandes cumpre pena de 26 anos e seis meses de prisão no próprio Comando Militar do Planalto, por seu envolvimento no núcleo 2.
Durante o governo Bolsonaro, Mario Fernandes foi chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República.
A defesa do general apresentou ao STF um plano de trabalho elaborado pelo Comando Militar. O general prestará serviços “de cunho intelectual” à Diretoria de Patrimônio Histórico e Cultural do Exército e ao Centro de Doutrina do Exército. Entre as suas atribuições do militar da reserva está a “revisão de produtos doutrinários e literários”, informa o documento. – Agência Brasil

















