Mais um acusado de participar de chacina é detido

Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest
Pocket
WhatsApp
Groziano de Oliveira teria participado de quatro pessoas em Guapimirim, no início de abril Foto: Ivan Teixeira/Jornal de Hoje
Groziano de Oliveira teria participado de quatro pessoas em Guapimirim, no início de abril
Foto: Ivan Teixeira/Jornal de Hoje

Mais um acusado de participar de uma chacina no bairro Sapê, em Guapimirim, foi preso por policiais da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Groziano de Oliveira Mendes, de 26 anos, foi localizado na manhã de sexta-feira (3), em uma padaria na Uruguaiana, no centro do Rio de Janeiro, onde trabalha como entregador. Ele é acusado de participar da morte de quatro homens no dia 3 de abril.
Groziano é apontado como o segurança de Paulo Roberto Lopes, conhecido como PL, que é um dos principais homens do tráfico na Vila Cruzeiro. Paulo Roberto foi preso no dia 19 de maio, em Guapimirim, por policiais militares do 34º BPM (Magé), através de mandado de prisão obtido em investigação da delegacia especializada, também acusado de participar da chacina.
De acordo com as investigações, apesar de trabalhar, Groziano costumava frequentar Guapimirim aos finais de semana, onde teria se envolvido no crime. “No decorrer das investigações cheguei à conclusão que a motivação do crime foi à venda de drogas no morro do Sapê. Os acusados, que são do morro da Vila Cruzeiro, na Penha, queriam impor que o tráfico local comprasse as drogas na Vila Cruzeiro. Porém, não conseguiram chegar a um consenso e resultou na morte de Jorge Luís da Rocha Pereira, 25 anos; Alexsandro da Silva Ribeiro, 18; Wesley Santos da Silva, 17; Fabiano Correa da Silva”, disse o delegado adjunto, Breno Carnevale.
O primeiro acusado preso foi Ravél Plácido, de 19 anos, no início de abril, durante uma operação da especializada com o apoio do 34º BPM (Magé). Segundo investigações, Ravél é acusado de dirigir o carro utilizado no momento do crime. Ele possui passagem na polícia por incendiar uma casa também em Guapimirim, em janeiro deste ano.
Esta prisão conclui mais um inquérito na conta da especializada, que tem diversos inquéritos policiais a serem resolvidos. Segundo o Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro (ISP), somente de janeiro a abril de 2016, 590 casos de homicídios dolosos foram registrados da DHBF. Além disso, no mesmo período, foram 14 casos de latrocínio (roubo seguido de morte), 13 encontros de cadáveres e três encontros de ossadas.

Por: Erick Bello
Erick.bello@jornalhoje.inf.br

Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest
Pocket
WhatsApp

Nunca perca nenhuma notícia importante. Assine nosso boletim informativo.

Publicidades

error: Conteúdo protegido!