Preso em Belford Roxo
Policiais da 54ªDP (Belford Roxo) prenderam na noite da última segunda-feira, por força de mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal da Capital, Walace Betez da Silva, acusado de praticar assalto juntamente com outros dois homens. Ele foi preso em Belford Roxo. De acordo com informações do delegado titular, Luis Henrique, o suspeito está condenado há cinco anos de prisão após ser preso em flagrante por praticar assaltos em uma lanchonete no Centro do Rio, no dia 14 de abril de 2014. Apesar de ser preso em flagrante, o suspeito foi liberado e vai aguardar o julgamento em casa. Em maio do ano passado, ele foi condenado há cinco anos de prisão, mas não se entregou a justiça, sendo então considerado foragido. Após receber o pedido de prisão, uma equipe do Setor de Inteligência daquela delegacia começou a investigar o paradeiro do foragido e descobriram que ele estava escondido em um bairro de Belford Roxo, onde foi surpreendido por uma equipe da Polícia Civil, sendo encaminhado para o sistema prisional.
Operação do MP
Uma operação do Ministério Público do Rio de Janeiro e da Polícia Civil está buscando cumprir 16 mandados de prisão e 44 de busca e apreensão no Sul Fluminense em cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Eles são acusados de envolvimento em um esquema de distribuição de substâncias ilícitas em municípios do sul fluminense. Segundo o MP, eles se dividiam em quatro grupos que compravam drogas em outros estados para vender no sul do Rio. Durante as investigações, foram apreendidos mais de 100 quilos de drogas e anabolizantes ilegais. Eles respondem por crimes como tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e comércio de anabolizantes. Também estão sendo cumpridos seis mandados de condução coercitiva de outros denunciados e testemunhas. Sete policiais militares são investigados no esquema, com a ajuda da Corregedoria da Polícia Militar. Seis dos PMs foram flagrados negociando rateio de dinheiro obtido com a venda ilegal de armas apreendidas de criminosos no estado do Rio de Janeiro e respondem por peculato. O sétimo está respondendo por falsificação documental, por ter aparecido em gravações em que relata aos colegas, ter usado atestados médicos falsos para fugir do trabalho.
















