Bola Cheia
Neste dois de Novembro, dia dedicado à memória dos mortos, a coluna constata e aplaude o posicionamento de comunidades largadas ao ‘deus dará’, que reagem e, BEM VIVAS, conseguem resultados positivos na melhora da qualidade de vida de seus habitantes. O bairro abandonado, Prados Verdes, em Nova Iguaçu, está nessa busca por dias melhores. #ReageComunidade!
Bola Murcha
A ‘macholândia’, ao que parece, ainda tem gente desinformada. Ontem, um cidadão ‘tomava cafezinho’ em um dos bares do centro de Caxias e soltou essa, na conversa com o balconista: “Novembro azul é o… O fiofó aqui nunca levou e nunca vai levar dedada. Vai virgem para os ‘sete palmos de terra’”. #EsseNãoSabeQueNemSempreADedadaÉORemédio
3ª Roda de Conversa LGBT em Mesquita

A Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS) de Mesquita promoveu na segunda-feira (30 de outubro), sua terceira roda de conversa LGBT. Organizado pela Coordenadoria de Diversidade Sexual (CDS) do município, o encontro teve como tema “Todos Existimos: Cidadania Não Tem Gênero” e priorizou um debate sobre a saúde da população LGBT no sistema prisional. A ação aconteceu no auditório Zelito Viana, localizado na sede da prefeitura de Mesquita, no Centro da cidade, e começou às 14h.
“É importante que a sociedade civil perceba que nossa gestão está preocupada em ouvir os questionamentos do povo, defender o que de fato é do interesse da população. E ficamos muito felizes quando promovemos uma roda de conversa como essa e nos deparamos com um auditório cheio, pronto para um debate”, valoriza Cristina Quaresma, secretária de Assistência Social de Mesquita.
Paulinha Única, coordenadora de Diversidade Sexual de Mesquita e idealizadora do projeto de Rodas de Conversa LGBTs na cidade, agradeceu a presença da população e também de Alessandra Ramos Makkeda, mulher trans, tradutora de libras e assessora parlamentar do deputado federal Jean Wyllys (PSOL).
“Cada pessoa nova que vem participar do nosso bate-papo faz com que ele fique mais instigante ainda nas edições futuras. Hoje, com a participação da Alessandra, pudemos entender como é importante pensarmos fora da nossa caixinha e entendermos as necessidades de toda a população LGBT. Nem todo mundo tem ideia do preconceito que um LGBT pode sofrer no sistema prisional. E esse preconceito certamente pode prejudicar sua recuperação”, avalia Paulinha.
Gay pede roda LGBT
em Nova Iguaçu
Ainda sobre a nota central da coluna de hoje, um dos militantes gays de Nova Iguaçu (pediu para não ser identificado), reclamou da falta de um evento do nível da Roda de Conversa LGBT que acontece periodicamente em Mesquita. “Não vejo, há algum tempo, nada parecido aqui na Cidade. Depois que mudou o governo então, sumiu mesmo. Nossa comunidade se sente meio que desamparada em relação a isso”, lamentou o rapaz, que assistiu uma das palestras mesquitenses. “Adorei!”, confessou. #ComAPalavraOsResponsáveisPelaÀreaLGBTDaGestãoIguaçuana.
Sai outubro rosa;
entra novembro azul
Começou novembro, penúltimo mês do ano. Após o ‘outubro rosa’, dedicado à prevenção do câncer de mama, o ‘novembro azul’ chega alertando os homens sobre o câncer de próstata, que pode ser evitado se detectado na fase inicial, segundo os médicos. Se acontecerem campanhas iguais às dedicadas ao câncer de mama, certamente próstatas seguirão sadias e sem ameaçar a vida dos homens. Prevenir é melhor do que remediar.
Menos mal!
De tanto a coluna tocar no assunto e pedir às autoridades o acendimento dos sinais apagados no centro comercial de Comendador Soares, ex-primeiro distrito de Nova Iguaçu, mais de um ano depois do colapso em verde-amarelo-vermelho, um agente de trânsito tem sido visto atuando em frente à Igreja de São Francisco de Assis. O rapaz não substitui as três cores, mas ordena a bagunça que reinava no local. A sinalização seguia às escuras, até o início da tarde de ontem. Tomara que o agente não suma do pedaço.
Nomeação de
professores
O Ministério Público do Estado do Rio de janeiro (MPRJ), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital, obteve decisão judicial que determina a nomeação de 927 professores aprovados em concursos públicos para professor da rede estadual de ensino. O pedido, acolhido em agravo pela 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, foi formulado em ação civil pública e constitui importante medida para o combate à carência de professores na rede estadual de ensino.
Começa em janeiro
A decisão prevê o cumprimento de acordo com seguinte escalonamento: 1/3 dos professores será nomeado já em janeiro; 1/3 em maio e 1/3 em setembro de 2018.
A ação teve origem no inquérito civil instaurado para apurar a existência de nomeações pendentes de candidatos aprovados em concurso público para os cargos de professor docente I (16 horas) e professor docente I (30 horas) da rede estadual. Tais processos foram iniciados em 2016, relativos aos editais 2011, 2013, 2013.2 e 2014.
Para finalizar…
Segundo o texto, os concursos têm respaldo pela carência de professores e da necessidade de reposição de cargos vagos do quadro funcional de docentes ocasionada por aposentadorias, exonerações e falecimentos.
















