Por Marcus Lauria (texto e fotos)
O Geely EX5 EM-i chega ao mercado brasileiro em um momento de expansão dos veículos eletrificados, com uma proposta que combina a utilização diária no modo elétrico à possibilidade de percorrer longas distâncias com o auxílio do motor a combustão. Lançado no Brasil em abril de 2026, o SUV híbrido plug-in é um dos principais produtos da estratégia da Geely no País, onde a marca iniciou suas operações em 2025. A linha foi apresentada em três versões, Pro, Max e Ultra, esta última voltada a quem busca maior autonomia elétrica e uma lista mais completa de equipamentos. Em setembro de 2026, a fabricante também iniciou a produção nacional do modelo no Complexo Industrial Ayrton Senna, no Paraná, ampliando a participação da marca na indústria brasileira.
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A versão avaliada é a Geely EX5 EM-i Ultra 2026, topo de linha e com preço de tabela de R$ 244.990, embora campanhas comerciais tenham anunciado valores a partir de R$ 234.990. A versão Pro parte de R$ 189.990, enquanto a Max custa R$ 209.990, conforme os preços divulgados pela fabricante. A principal diferença da Ultra está na bateria de maior capacidade, de 29,8 kWh, que amplia a autonomia elétrica para até 112 quilômetros segundo o Inmetro. As versões Pro e Max utilizam bateria de 18,4 kWh e têm autonomia elétrica homologada menor. A Ultra também reúne os equipamentos de conforto e tecnologia da Max, além de oferecer uma configuração interna diferenciada.

O EX5 EM-i tem linhas que seguem a atual identidade visual da Geely, com carroceria de proporções equilibradas, dianteira de desenho limpo e soluções aerodinâmicas que contribuem para a eficiência. Mede aproximadamente 4,74 metros de comprimento, 1,90 metro de largura e 1,68 metro de altura, com entre-eixos de 2,75 metros. São medidas que o colocam entre os SUVs médios, com dimensões adequadas para acomodar uma família e oferecer bom espaço para os ocupantes. Na versão Ultra, a dianteira recebe uma barra de iluminação em LED que conecta visualmente os faróis, criando uma assinatura luminosa própria. As rodas de liga leve de 19 polegadas, calçadas com pneus 235/50, também ajudam a diferenciar a configuração. Na traseira, as lanternas em LED complementam o desenho, sem recorrer a soluções excessivamente ornamentadas.
O interior segue a proposta tecnológica do modelo, com painel de desenho horizontal, console central elevado e predominância de comandos integrados às telas. O acabamento combina superfícies macias ao toque em áreas importantes e materiais de aparência mais simples nas partes inferiores, uma solução comum no segmento. Na Ultra, o cliente pode optar pelo revestimento interno em tom Caramel, de aspecto caramelo, ou Dark Blue, conforme a combinação de cores disponível. A apresentação da cabine é um dos pontos de destaque, mas a quantidade de funções concentradas na central multimídia exige algum tempo de adaptação. A presença de comandos digitais para diversas operações também pode desagradar quem prefere botões físicos para os ajustes usados com frequência.

O espaço interno é favorecido pelo entre-eixos de aproximadamente 2,75 metros. Os passageiros da frente contam com boa área para pernas e cabeça, enquanto o banco traseiro oferece espaço adequado para dois adultos viajarem com conforto e permite acomodar um terceiro ocupante em trajetos mais curtos, embora a largura do assento e a presença do túnel central devam ser consideradas. O porta-malas tem capacidade de 428 litros, segundo a fabricante, volume compatível com as necessidades de uma família. Com o rebatimento dos encostos traseiros, a capacidade pode chegar a 2.065 litros, de acordo com o método de medição divulgado pela Geely. A abertura elétrica da tampa facilita o acesso ao compartimento e faz parte da dotação da versão.
A lista de equipamentos é extensa. A linha oferece painel de instrumentos digital de 10,2 polegadas, central multimídia de 15,4 polegadas com sistema Flyme Auto, conectividade sem fio para Apple CarPlay e Android Auto, ar-condicionado automático, saídas de ventilação para os ocupantes traseiros, conexão USB, acesso e partida sem chave e seis airbags. A versão Pro já traz uma boa base de tecnologia e segurança, incluindo assistente de condução inteligente. A Max acrescenta itens como teto solar panorâmico com cortina elétrica, tampa do porta-malas com acionamento elétrico, rodas de 19 polegadas, carregamento de celular por indução, iluminação ambiente configurável, bancos dianteiros com ajustes elétricos e ventilação, memória para o banco do motorista e retrovisor interno eletrocrômico.
A Ultra mantém esses recursos e acrescenta a bateria de 29,8 kWh, recarga em corrente contínua de até 60 kW e a maior autonomia elétrica da gama. Também dispõe de head-up display de 13,8 polegadas, que projeta informações no campo de visão do motorista, sistema de som premium FLYME Sound com 16 alto-falantes, incluindo unidades integradas aos encostos de cabeça, e câmeras com visão panorâmica de 540 graus, que incluem a representação do espaço sob o veículo. O pacote de assistência à condução contempla recursos como monitoramento de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro e frenagem automática em situações específicas, além de assistentes de faixa e de velocidade, conforme a configuração. Esses sistemas ampliam a segurança preventiva, mas não substituem a atenção do motorista.

Em relação aos opcionais, a disponibilidade depende da versão, da combinação de acabamento e das condições comerciais da concessionária. O teto solar, os bancos elétricos e ventilados, o sistema de áudio premium e o head-up display integram a configuração mais completa da linha, em vez de dependerem de pacotes individuais na Ultra. A Geely também divulga ofertas com carregador residencial Wallbox, mas é importante confirmar sua inclusão na proposta comercial, pois as condições podem variar. A fabricante anuncia garantia de seis anos para o veículo e de oito anos ou 150 mil quilômetros para a bateria de alta tensão, conforme as condições contratuais.
As cores externas disponíveis são Branco Storm, Preto Carbon, Cinza Volcanic, Prata Mist e Verde Jungle. No interior, a linha oferece acabamento Dark Blue e, em combinações específicas da Ultra, Caramel. A oferta de cada tonalidade depende da versão e da combinação de carroceria e cabine. Não há uma tabela pública única e permanente de preços adicionais para todas as cores; por isso, o valor final deve ser confirmado com a concessionária antes da compra.
O EX5 EM-i Ultra disputa espaço com SUVs híbridos plug-in como o BYD Song Plus DM-i e o GWM Haval H6 PHEV19, além de modelos de proposta semelhante, como o Jaecoo 7 SHS. O BYD Song Plus DM-i tem preço divulgado de aproximadamente R$ 239.800, enquanto o GWM Haval H6 PHEV19 Flex aparece na tabela da marca por R$ 250 mil. O Jaecoo 7 SHS também participa dessa disputa, mas seu preço deve ser confirmado na tabela comercial vigente. Os valores podem mudar conforme o ano-modelo, os bônus de fábrica, a modalidade de compra e a região. Nesse grupo, o Geely se diferencia principalmente pela bateria de 29,8 kWh e pela autonomia elétrica declarada de até 112 quilômetros, embora a comparação de alcance deva levar em conta os ciclos de homologação utilizados por cada fabricante.

O sistema de propulsão combina um motor 1.5 a gasolina, de aspiração natural e injeção direta, com um motor elétrico de tração. A potência combinada anunciada é de 262 cv, com torque máximo de 380 Nm, equivalentes a cerca de 38,7 kgfm. O motor a combustão desenvolve aproximadamente 100 cv e 125 Nm, enquanto o elétrico entrega até 218 cv e 262 Nm. Esses valores não devem ser somados diretamente, pois os motores atingem seus picos em condições diferentes; a potência combinada representa o desempenho do conjunto gerenciado eletronicamente. A transmissão é do tipo E-DHT, desenvolvida para o sistema híbrido, sem as trocas de marchas convencionais de um câmbio automático tradicional. A aceleração de zero a 100 km/h divulgada pela marca é de 7,8 segundos.
O funcionamento do conjunto prioriza a utilização do motor elétrico nas situações em que ele pode oferecer maior eficiência. Com a bateria carregada, o SUV pode percorrer trajetos urbanos sem acionar o motor a gasolina, desde que haja carga suficiente e que a demanda de potência permita. Quando é necessário, o motor a combustão entra em funcionamento para gerar energia e também participar da movimentação do veículo, conforme a estratégia selecionada pelo sistema. Em acelerações mais fortes, os dois motores podem trabalhar em conjunto para entregar a potência disponível. A transição entre os modos é administrada eletronicamente, com o objetivo de evitar interrupções perceptíveis na entrega de força.

Na prática, a resposta inicial do EX5 EM-i é um dos aspectos favorecidos pela eletrificação. O motor elétrico entrega torque desde baixas rotações, o que ajuda nas arrancadas, nas saídas de cruzamentos e nas retomadas em velocidade urbana. A aceleração é progressiva quando o pedal é acionado com moderação, enquanto uma solicitação mais intensa faz o sistema disponibilizar maior potência. O desempenho anunciado permite esperar respostas adequadas para um SUV familiar de suas dimensões, inclusive em ultrapassagens, desde que o motorista considere a velocidade de aproximação e as condições da via.
A transmissão E-DHT trabalha de forma diferente de um automático convencional. Não há a percepção das trocas sucessivas de marchas que caracteriza caixas com engrenagens escalonadas. O sistema administra a participação dos motores de acordo com a velocidade, a carga solicitada e a energia disponível na bateria. Essa característica favorece a suavidade no trânsito e reduz as interrupções na aceleração. Quando o motor a gasolina entra em funcionamento, entretanto, seu ruído pode ficar mais evidente sob aceleração forte, especialmente em situações nas quais precisa produzir energia ou contribuir diretamente para o deslocamento. É uma característica que merece atenção durante um test-drive, pois o nível de ruído percebido depende também do isolamento acústico e da condição de uso.
A bateria maior é a principal vantagem funcional da Ultra em relação às versões Pro e Max. Os 112 quilômetros de autonomia elétrica homologada permitem cobrir boa parte dos deslocamentos cotidianos sem consumir gasolina, desde que o veículo seja recarregado regularmente. O alcance real varia com a temperatura, o uso do ar-condicionado, a velocidade, a topografia, a carga transportada e o estilo de condução. Em rodovias, velocidades elevadas e acelerações frequentes tendem a aumentar o consumo de energia. A autonomia combinada divulgada chega a 1.300 quilômetros, mas esse número segue o ciclo NEDC e não deve ser interpretado como uma distância garantida em qualquer condição de uso.

A recarga pode ser feita em corrente alternada, em instalações residenciais compatíveis, ou em corrente contínua. A Ultra aceita potência de até 60 kW em carregadores DC, com tempo anunciado de aproximadamente 16 minutos para passar de 30% a 80% da carga em condições adequadas. Esse tempo depende da temperatura da bateria, da potência efetivamente fornecida pelo carregador e do estado de carga inicial. A possibilidade de recarga rápida é um diferencial em relação a diversos híbridos plug-in que oferecem apenas carregamento em corrente alternada, mas a utilização frequente de estações públicas deve ser avaliada conforme a disponibilidade e o custo da energia na região.
Quanto ao consumo de combustível, é necessário separar a utilização com a bateria carregada daquela em que o veículo já não dispõe de energia suficiente para manter a condução predominantemente elétrica. Em avaliação publicada pela imprensa especializada, o EX5 EM-i registrou cerca de 21,7 km/l na cidade e 17,2 km/l na estrada quando testado sem depender da carga externa da bateria. São números de uma condição específica de teste, não uma garantia de resultado para todos os motoristas. Com a bateria carregada, o consumo de gasolina pode ser muito baixo em percursos curtos, mas a eficiência total depende da frequência de recarga e da proporção de quilômetros rodados no modo elétrico. Por esse motivo, um único número de consumo não representa adequadamente o funcionamento de um híbrido plug-in.
A suspensão utiliza arquitetura independente, com sistema McPherson na dianteira e multibraço na traseira, configuração que permite trabalhar o equilíbrio entre conforto e controle da carroceria. Em vias urbanas, a assistência elétrica favorece a condução suave, enquanto a ausência de trocas convencionais de marcha ajuda a tornar o deslocamento mais progressivo. A calibração da suspensão, os pneus de perfil relativamente baixo e as rodas de 19 polegadas da Ultra influenciam diretamente a forma como o veículo absorve buracos, remendos e juntas de pavimento. Em pisos bem conservados, essa combinação tende a favorecer a estabilidade e a precisão direcional. Em ruas irregulares, porém, impactos mais secos podem chegar à cabine, especialmente quando o obstáculo é enfrentado em velocidade elevada.

Em curvas, a suspensão traseira independente contribui para o controle dos movimentos da carroceria, mas o EX5 EM-i continua sendo um SUV familiar, com altura e massa superiores às de um automóvel de passeio baixo. Em mudanças rápidas de direção, a carroceria transfere peso de um lado para o outro, como é esperado nessa categoria. O sistema de propulsão pode oferecer acelerações fortes, mas o comportamento deve ser avaliado em conjunto com pneus, freios, direção e controle eletrônico de estabilidade. A entrega de potência é mais eficiente quando o motorista acelera de forma progressiva, principalmente em pisos molhados, nos quais o torque imediato do motor elétrico pode exigir maior intervenção dos controles de tração.
Na estrada, a potência combinada de 262 cv oferece reserva para retomadas e ultrapassagens, embora o resultado dependa da velocidade inicial, da inclinação e da carga transportada. O motor elétrico contribui com respostas rápidas, enquanto o sistema híbrido gerencia a participação do motor a gasolina para manter o deslocamento. A ausência de marchas convencionais favorece a continuidade da aceleração, mas, em solicitações intensas, o funcionamento do motor a combustão pode ser percebido pelo motorista. Em velocidades constantes, o conjunto pode operar de forma eficiente, desde que a estratégia de gerenciamento de energia seja adequada às condições da viagem.
A autonomia total é um argumento importante para quem alterna trajetos urbanos e rodoviários e não deseja depender exclusivamente da infraestrutura pública de recarga. O tanque de combustível permite continuar a viagem depois que a bateria atinge um nível baixo, enquanto o sistema híbrido administra a energia disponível. Ainda assim, para aproveitar o potencial econômico da Ultra, o ideal é carregar o veículo em casa ou no trabalho e reservar a gasolina para deslocamentos mais longos. Se o proprietário raramente recarregar a bateria, parte da vantagem de ter um conjunto plug-in fica reduzida, e a escolha deve ser comparada com a de um híbrido convencional.

No capítulo comercial, o Geely EX5 EM-i apresentou crescimento rápido desde sua chegada ao País. A marca informou que o modelo alcançou 4.602 unidades comercializadas em seus primeiros cinco meses de mercado, com 1.346 unidades em agosto de 2026. Esse resultado mostra a evolução da procura pelo híbrido, embora os dados divulgados pela fabricante não detalhem, no mesmo comunicado, a divisão das vendas por versão. Como o modelo só foi lançado no Brasil em abril de 2026, não há vendas nacionais do EX5 EM-i referentes a 2025. Até o fechamento dos dados públicos consultados para este teste, o acumulado de 2026 informado pela Geely chega a agosto; por isso, não é adequado apresentar esse número como total definitivo de janeiro a setembro ou até outubro.
A expansão da Geely também ganhou importância industrial com o início da produção nacional do EX5 EM-i em setembro de 2026. A fabricação no Paraná pode ajudar a marca a ampliar a oferta e a consolidar sua operação no País, mas a evolução comercial dependerá também da disponibilidade de veículos, da expansão da rede de concessionárias, do atendimento após a venda e da confiança do consumidor no valor de revenda. Esses fatores são especialmente relevantes em um segmento no qual os preços, os equipamentos e as condições de financiamento mudam rapidamente.
O Geely EX5 EM-i Ultra 2026 reúne atributos importantes para quem procura um SUV médio eletrificado: potência combinada de 262 cv, bateria de 29,8 kWh, autonomia elétrica homologada de até 112 quilômetros, porta-malas de 428 litros e uma lista ampla de equipamentos de conforto e assistência à condução. A recarga rápida em corrente contínua e o alcance combinado declarado também ampliam sua flexibilidade para viagens. Entre os pontos que merecem avaliação estão o preço elevado, a dependência de recarga regular para aproveitar toda a eficiência do sistema plug-in, a necessidade de adaptação aos comandos digitais e o conforto de rodagem em pavimentos irregulares com rodas de 19 polegadas.
A versão Ultra faz sentido para quem pretende rodar bastante no modo elétrico e valoriza os recursos adicionais de conforto e tecnologia. Para quem percorre distâncias menores e não necessita de tanta autonomia elétrica, as versões Pro e Max podem representar alternativas financeiramente mais racionais. A escolha depende do perfil de uso, da possibilidade de recarga e da diferença efetiva de preço entre as versões. No conjunto, o EX5 EM-i Ultra oferece uma combinação competitiva de desempenho, alcance elétrico e equipamentos, mas sua compra deve considerar não apenas a ficha técnica, como também a infraestrutura de assistência, as condições de garantia e o custo de utilização no dia a dia.

*FICHA TÉCNICA:
- Motor a Combustão: 1.5L, 4 cilindros em linha, aspiração natural, injeção direta a gasolina (100 cv e 125 Nm de torque).
- Motor Elétrico: Síncrono de ímãs permanentes (218 cv e 262 Nm).
- Potência Combinada: 262 cv.
- Torque Combinado: 380 Nm (38,7 kgfm).
- Transmissão: Eletrificada Dedicada (E-DHT).
- Tração: Dianteira (FWD).
- Aceleração (0 a 100 km/h): 7,8 segundos.
- Velocidade Máxima: 175 km/h.
🔋 Bateria, Autonomia e Consumo
O veículo utiliza baterias com tecnologia LFP (Lítio-Ferro-Fosfato) de lâmina curta (Short Blade).
- Capacidade da Bateria:
- Versões PRO e MAX: 18,4 kWh.
- Versão ULTRA: 29,8 kWh.
- Autonomia 100% Elétrica (Inmetro): Até 112 km na versão Ultra.
- Autonomia Combinada Total: Até 1.300 km.
- Consumo Urbano (Inmetro): Até 14,8 km/l.
- Potência de Recarga Rápida (DC): Até 60 kW (Recarga de 30% a 80% em cerca de 16-20 minutos).
📐 Dimensões e Capacidades
- Comprimento: 4.740 mm.
- Largura: 1.905 mm.
- Altura: 1.685 mm.
- Distância entre-eixos: 2.755 mm.
- Porta-malas: 428 litros (expansível até 2.065 litros com os bancos rebatidos).
- Tanque de Combustível: 60 litros.
- Peso em ordem de marcha: 1.746 kg a 1.844 kg (variando conforme a versão).
🛠️ Chassi e Suspensão
- Suspensão Dianteira: Independente, tipo McPherson.
- Suspensão Traseira: Independente, tipo Multi-link.
- Freios: A disco nas quatro rodas com sistema regenerativo ajustável em 4 níveis.
- Rodas e Pneus: Aro 18 com pneus 225/55 (versão PRO) e Aro 19 com pneus 235/50 (versões MAX e ULTRA).
*Dados do fabricante

















